Durante reunião realizada, na manhã desta quarta-feira, (13/6), pelo Núcleo de Educação, Cultura e Desporto do PT, que, entre outros temas, analisou o novo Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), o deputado federal Antonio Carlos Biffi (PT/MS) reforçou a sua posição em relação a meta 20, que aborda o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) que será destinado à educação pública brasileira para o decênio 2011/2020.
De acordo com o parlamentar, que é membro da Comissão Especial do PNE, a proposta do relator Ângelo Vanhoni (PT/PR) prevê a fixação de duas metas distintas, sendo 8% de investimento total e 7,5% de investimento direto, mas, devido ao sólido desenvolvimento pelo qual passa o país, com projeção no cenário internacional, economia aquecida, geração de emprego, inclusão social e forte arrecadação, além das perspectivas tangíveis, como a exploração do pré-sal e o crescimento econômico, chegou a hora de tirar do papel um dos maiores desejos de toda a nação brasileira.
“Não podemos perder essa oportunidade. Devo lembrar que graças ao excelente governo do presidente Lula, o sucesso da presidenta Dilma e as sólidas perspectivas que podem alavancar ainda mais o crescimento do nosso país, o ensino público brasileiro caminha para o seu pleno desenvolvimento, mas precisamos acelerar esse passo. Por isso, defendo, sim, 10% do PIB para a educação pública”, argumentou Biffi, lembrando que, atualmente, União, estados e municípios aplicam, juntos, cerca de 5% do PIB no setor educacional.
A votação do relatório final do PNE está em discussão, neste momento, no Plenário 10, do Anexo III, da Câmara dos Deputados. Como tramita em caráter conclusivo, sendo aprovado pela Comissão Especial e não havendo apresentação de recurso, seguirá para o Senado Federal.
Fonte: Site do deputado Carlos Biffi
De acordo com o parlamentar, que é membro da Comissão Especial do PNE, a proposta do relator Ângelo Vanhoni (PT/PR) prevê a fixação de duas metas distintas, sendo 8% de investimento total e 7,5% de investimento direto, mas, devido ao sólido desenvolvimento pelo qual passa o país, com projeção no cenário internacional, economia aquecida, geração de emprego, inclusão social e forte arrecadação, além das perspectivas tangíveis, como a exploração do pré-sal e o crescimento econômico, chegou a hora de tirar do papel um dos maiores desejos de toda a nação brasileira.
“Não podemos perder essa oportunidade. Devo lembrar que graças ao excelente governo do presidente Lula, o sucesso da presidenta Dilma e as sólidas perspectivas que podem alavancar ainda mais o crescimento do nosso país, o ensino público brasileiro caminha para o seu pleno desenvolvimento, mas precisamos acelerar esse passo. Por isso, defendo, sim, 10% do PIB para a educação pública”, argumentou Biffi, lembrando que, atualmente, União, estados e municípios aplicam, juntos, cerca de 5% do PIB no setor educacional.
A votação do relatório final do PNE está em discussão, neste momento, no Plenário 10, do Anexo III, da Câmara dos Deputados. Como tramita em caráter conclusivo, sendo aprovado pela Comissão Especial e não havendo apresentação de recurso, seguirá para o Senado Federal.
Fonte: Site do deputado Carlos Biffi
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