quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Relator, deputado Biffi fala sobre o Pronatec




O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), sancionado pela presidenta Dilma Rousseff na última semana, vai investir R$ 24 bilhões na criação de 8 milhões de vagas até 2014 em cursos de formação técnica e profissional para estudantes do ensino médio das escolas públicas, além de trabalhadores. O lançamento do Pronatec foi comemorado pela bancada petista no Congresso Nacional. Os parlamentares de Norte a Sul do país já contabilizam os benefícios que a iniciativa deve promover nos estados. De fato, trabalhadores e jovens ganham melhores oportunidades de emprego, ao mesmo tempo em que a qualificação de mão de obra favorece o desenvolvimento econômico e o fortalecimento do mercado interno. Relator do projeto na Câmara dos Deputados, o deputado Antônio Carlos Biffi (PT-MS) ressaltou os pontos fundamentais do Pronatec, que segundo ele vai promover uma reforma no ensino médio público para inverter a lógica educacional no país. 

"No Brasil nós temos cinco engenheiros e um técnico. Nós temos que inverter isso. O mundo desenvolvido, o 1º mundo, a Europa, os Estados Unidos e a própria China, têm cinco técnicos e um engenheiro", afirma Biffi. 
"A maior virtude deste projeto está exatamente em fortalecer os currículos das escolas técnicas, ampliar a rede técnica dos nossos institutos federais. Quando o Lula assumiu, eram apenas 140 escolas técnicas em todo o Brasil, Lula implantou 214 escolas e agora a presidenta Dilma anuncia mais 208 escolas, nós vamos para 564 escolas técnicas em todo o Brasil, isto é uma demonstração que o nível médio, com os cursos técnicos e profissionais é a grande menina dos olhos do Governo PT", acrescentou o deputado.

Fonte: PT Nacional

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Deputado solicita aquisição de veículos adaptados para portadores de deficiência que necessidades especiais que queiram obter Habilitação


O deputado Paulo Duarte (PT) apresentou indicação nesta terça-feira (16/8), solicitando a aquisição urgente de veículos adaptados para atender às pessoas portadoras de necessidades especiais que queiram obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em Mato Grosso do Sul.

Duarte justifica a solicitação defendendo que as dificuldades enfrentadas pelos portadores de deficiência física na cidade não se restringem às calçadas, devido á falta de acessibilidade. As barreiras de locomoção se estendem também no momento de conduzir um automóvel.

Como não há, em Mato Grosso do Sul, autoescolas que ofereçam suporte a essas pessoas no processo de retirada da CNH, o problema de habilitar os portadores de necessidades especiais se torna uma questão que interrompe a independência dessas pessoas.

O Detran/MS, após ser consultado, informou que possui um veículo adaptado para atender aos portadores de deficiência. Por outro lado, as autoescolas não tem interesse em investir na adaptação, alegando não ter retorno do investimento. O parlamentar acredita que isso é um equívoco, pois a demanda para conseguir a CNH é muito grande.

Fonte: Site do deputado Paulo Duarte

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mato Grosso do Sul avança no combate à desnutrição


O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Mato Grosso do Sul, vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena, está sendo pioneiro no combate à desnutrição nas comunidades da região. O DSEI implementou os Centros de Reabilitação Nutricional, dentro do sistema de atenção básica de saúde, com o intuito de diminuir a mortalidade e o índice de doenças por causa da má alimentação. Na aldeia Sassoró, em Tacuru, a aproximadamente 500 quilômetros da capital Campo Grande, foi inaugurada a "Casa Dia Luzeleide Silveira", que atende as crianças indígenas.

O Chefe do Polo Base de Tacuru, Gilmar Rodrigues, explica que antes o combate à desnutrição era feito de forma emergencial. Segundo ele, com a criação dos chamados "Centrinhos", agora é possível combater o problema de forma completa. "Em toda a população indígena o principal fator de problemas de saúde é a desnutrição, associado, é claro, por outras causas. Os trabalhos paliativos como "Sopão" ou tratamentos emergenciais em postos de saúde não eram suficientes para combater o problema. Por isso o DSEI Mato Grosso do Sul priorizou como principal bandeira o combate a desnutrição".

A nutricionista Maira Tavares, explica a necessidade de atender, principalmente às crianças, para evitar doenças e auxiliar o desenvolvimento motor e intelectual dos pequenos. "É feita uma avaliação mensal de todas as crianças. A partir desta avaliação verificamos quem são as mais necessitadas... quem estão com menor peso, as que passam necessidades em casa. Então a gente traz elas aqui para oferecer para a criança todos os nutrientes e as refeições corretas. Às vezes estas crianças comem apenas uma vez por dia, aqui não. Aqui ela come cinco. Tem algumas que já ganharam peso bom, mas não suficiente. O que elas ganhariam em um mês, elas ganharam em uma, duas semanas. A recuperação está ocorrendo. É lenta, mas tá ocorrendo"

Mato Grosso do Sul já conta com três Centros de Reabilitação Nutricional, chamados de "Centrinhos", que atendem crianças e adultos, localizados nos municípios de Dourados, Iguatemi e Tacuru, que atendem hoje 36 indígenas.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Programa Saúde Não Tem Preço amplia benefícios em Mato Grosso do Sul


O programa Saúde Não Tem Preço, iniciativa do Ministério da Saúde que começou em fevereiro deste ano e que oferece gratuitamente 11 medicamentos para hipertensão e diabetes, ampliou em 239% o acesso ao tratamento dessas doenças nas mais de 20 mil drogarias credenciadas ao programa. O número de pacientes atendidos pulou de 853 mil, em janeiro, para 2.888.956, em setembro. Foram realizados 306.826 atendimentos de pessoas diabéticas, em janeiro, e 892.820, em setembro, o que representou um crescimento de 191%. Já o número de hipertensos beneficiados foi ampliado em 271%, passando de 658.648 para 2.443.044, no mesmo período. Mato Grosso do Sul se destaca com um crescimento de 912%, em relação ao número de beneficiados pulando de 2.908 para 29.442.
“Essas doenças, por terem prevalência alta e estarem intimamente ligadas aos novos hábitos dos brasileiros, merecem atenção redobrada. A ampliação contínua do acesso aos medicamentos, comprovada pelos números do programa, representa uma melhora significativa na vida dos brasileiros”, observa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Antes da criação do Saúde Não Tem Preço, os produtos eram oferecidos com até 90% de desconto nas farmácias e drogarias credenciadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular. Atualmente, os medicamentos são retirados gratuitamente – para isso, é exigido apenas a apresentação de receita médica válida, CPF e documento com foto.
Medicamentos
O Saúde Não Tem Preço tem estimulado o crescimento geral do programa Aqui Tem Farmácia Popular, cujo número de beneficiados teve aumento 183% de janeiro a setembro – passou de 1,2 milhões para 3,5 milhões. Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes, o programa oferece medicamentos que tratam asma, rinite, osteoporose, colesterol, doença de Parkinson e glaucoma. Também são disponibilizados anticoncepcionais, e fraldas geriátricas, essas indicadas para pessoas com mais de 60 anos.
Orientação
A receita médica é obrigatória para a retirada de medicamentos nas farmácias credenciadas, e tem como objetivo evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde. É necessário apresentar também CPF e documento com foto.
Eventuais dúvidas podem ser comunicadas ao Ministério da Saúde pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (0800-61-1997) e por e-mail.
Os medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico. É ele que deverá informar, ao usuário, o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.

Fonte: PT Nacional

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Acesso a medicamentos é ampliado em 912% no Mato Grosso do Sul


O “Saúde Não Tem Preço” continua a beneficiar cada vez mais brasileiros. No Mato Grosso do Sul, a iniciativa do Ministério da Saúde, que oferece gratuitamente 11 medicamentos para hipertensão e diabetes, ampliou em 912% o acesso ao tratamento dessas doenças, nas 213 drogarias credenciadas ao programa no estado. O número de pacientes atendidos saltou de 2.908, em janeiro, para 29.442, em setembro. Em todo o país, a quantidade de beneficiados aumentou 239% no mesmo período – o total mensal de brasileiros assistidos pelo Saúde Não Tem Preço passou de 853.181, em janeiro, para 2,9 milhões em setembro. Em todo o período, 5,9 milhões de pessoas foram beneficiadas. Destes, 59.387 no Mato Grosso do Sul.

Antes da criação do Saúde Não Tem Preço, os produtos eram oferecidos com até 90% de desconto nas farmácias e drogarias credenciadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular. Atualmente, os medicamentos são retirados gratuitamente – para isso, é exigido apenas a apresentação de receita médica válida, CPF e documento com foto.

No Mato Grosso do Sul, a quantidade mensal de diabéticos beneficiados pelo programa cresceu 770% – pulou de 851, em janeiro, para 7.401, em setembro. No caso da hipertensão, o número aumentou 991%%, no mesmo período – passou de 2.410 para 26.287 beneficiados. “Essas doenças, por terem prevalência alta e estarem intimamente ligadas aos novos hábitos dos brasileiros, merecem atenção redobrada. A ampliação contínua do acesso aos medicamentos, comprovada pelos números do programa, representa uma melhora significativa na vida dos brasileiros”, observa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

A hipertensão arterial acomete 23,3% da população adulta brasileira maior de 18 anos, segundo dados do estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2010. Em Campo Grande, o percentual de hipertensos é de 23,5% da população adulta, abrangendo 21,1% dos homens e 24,7% das mulheres. De acordo com a mesma pesquisa, o diabetes atinge 6,3% da população adulta brasileira. Especificamente em Campo Grande, 5,1% da população apresentam a doença, 4% dos homens e 6,1% das mulheres.

ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS – A receita médica é obrigatória para a retirada de medicamentos nas farmácias credenciadas, e tem como objetivo evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde. Deve-se apresentar também CPF e documento com foto.

Eventuais dúvidas podem ser comunicadas ao Ministério da Saúde – pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (0800-61-1997) como também pelo e-mail analise.fpopular@saude.gov.br.

Os medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico. É ele que deverá informar, ao usuário, o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.

Fonte: Ministério da Saúde

Lei do videomonitoramento em Campo Grande já está em vigor


Com custo de instalação de câmeras na área central estimado em R$ 13 milhões, o videomonitoramento em Campo Grande teve sua base legal (a Lei Complementar 185) sancionada na quarta-feira passada (5) pelo prefeito Nelson Trad Filho (PMDB). O vereador Alex (PT), autor de audiência pública realizada em maio sobre a questão e do projeto de lei sancionado, havia recebido a garantia do próprio prefeito de que a medida seria efetivada e que o financiamento será viabilizado em parceria com a iniciativa privada e com projetos junto à Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, conforme prevê a lei.

“A Prefeitura está fazendo aquilo que muita gente acha que é obrigação exclusiva do Estado e da União. Segurança pública é um direito social indiscutível de toda a sociedade e o poder público municipal tem a sua parcela de responsabilidade. O prefeito está fazendo a sua parte, assim como fizeram sua parte todos os vereadores ao debater, apreciar e aprovar o projeto que foi sancionado”, reconheceu Alex.

O projeto acrescenta ao Código de Polícia Administrativa do Município a possibilidade da instalação de câmeras na região central com o objetivo de monitorar o trânsito e fiscalizar a preservação do patrimônio público e do meio ambiente. Com gestão da Prefeitura, o sistema é aberto a parcerias e convênios com outras instituições. O Executivo fica autorizado a utilizar o serviço já existente de cabeamento de fibra ótica para instalar o sistema.

Limites

Alex faz questão de chamar a atenção para um detalhe que, a seu ver, constitui diferencial importantíssimo na medida: a preservação de limites e do direito das pessoas à privacidade. O uso das câmeras se limitará ao monitoramento do que é público e não será permitido filmar imagens que invadam a intimidade de pessoas e residências ou ambientes de trabalho. Além disso, as imagens captadas terão que ser armazenadas por um período mínimo de 30 dias e máximo de 90 dias.

Só funcionários credenciados terão acesso à central de monitoramento. A lei define também que o acesso às imagens, dados e informações resultantes da vigilância e monitoramento, bem como ao local onde são exibidos e registrados, será controlado por sistema informatizado que, obrigatoriamente, deve registrar a senha eletrônica individual ou identificação datiloscópica, registro do horário de ingresso e saída do servidor credenciado.

O acesso à central será permitido a autoridades públicas mediante identificação pessoal e registros de horário de entrada e saída. A lei diz ainda que “terceiros” podem ter acesso às imagens apenas com autorização judicial.

Fonte: Site do vereador Alex

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Atendimento de alto custo é ampliado em Campo Grande


O Ministério da Saúde aumentou em R$ 20,2 milhões o repasse anual de recursos para financiar atendimentos de médio e alto custo – exames, consultas e cirurgias – em 11 estados. A medida – publicada na edição de hoje (7) do Diário Oficial da União - eleva o valor financeiro do chamado teto de Média e Alta Complexidade (MAC) e beneficiará a população de 15 municípios. Campo Grande foi beneficiado com um repasse individual de R$275.742,72. 

 Neste bloco de investimento (MAC), o Ministério da Saúde destina recursos para o custeio de procedimentos como transplantes, quimioterapia, terapia renal substitutiva, entre outros. Os recursos também financiam hospitais de pequeno porte; centros de especialidades odontológicas; laboratórios de prótese dentária; Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192); Programa de Incentivo de Assistência à População Indígena; e ações desenvolvidas pelo Centro de Referência do Trabalhador.

Fonte: Ministério da Saúde

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Vereador quer agentes de saúde no Plano de Cargos e Carreira do Município


O vereador Alex (PT), por meio da Indicação 5.294/2011, solicitou à Câmara Municipal de Campo Grande que encaminhe ao prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) e ao secretário municipal de Governo, Leandro Mazina Martins, as reivindicações dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias relacionadas à busca por melhores condições de salário e trabalho.

No documento, Alex pede que o Município adote os seguintes encaminhamentos: 1) incluir os agentes no Plano de Cargos e Carreira, criando um capítulo especial para essa finalidade; 2) determinar carga horária pela produção e pelo número de visitas estabelecidas na atividade dos agentes; 3) fornecer gratuitamente filtro solar aos agentes; 4) incorporar a questão da escolaridade como um dos parâmetros para definição da situação dos agentes dentro do Plano de Cargos e Carreira; e 5) propiciar aos agentes as condições para ingresso em cursos superiores e de formação técnica visando o aprimoramento e qualificação profissional.

“Essa é a hora de batalharmos pela inclusão dos agentes no Plano de Cargos e Carreira, pois se o Plano for aprovado sem esse capítulo específico, a derrota para os servidores será enorme”, destacou o vereador.

Na última terça-feira (4), um grupo de 40 agentes de saúde da Capital estiveram no Plenário Oliva Enciso, da Câmara, para cobrar mais atenção por parte dos vereadores. Os servidores se queixaram sobre a postura das autoridades municipais em relação à situação à categoria.

Para Alex, tratam-se de reivindicações justas e necessárias para a devida valorização dos profissionais. “O Piso Salarial Nacional dos agentes está regulamentado pela Lei 11.350/2006 e foi confirmado pela Emenda Constitucional 63/2010. Com isso, ficou evidente que Campo Grande precisa adotar medidas para contribuir com o crescimento profissional desses servidores, que cumprem um trabalho excepcional na saúde publica, batendo de porta em porta, visitando as residências das nossas comunidades sob sol e chuva e que até hoje não foram atentendidos em suas reinvidicações básicas”, concluiu o petista.

Fonte: Site do vereador Alex

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Petistas defendem cidades digitais no MS


O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, recebeu na última semana a visita de parlamentares do Mato Grosso do Sul. Representantes da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) e de prefeituras apresentaram ao ministro propostas idealizadas para implantar cidades digitais (experiências que relacionam cidades e novas tecnologias de comunicação) e telecentros (locais públicos de acesso a computadores e internet). O senador Delcídio Amaral (PT-MS) e o deputado Antônio Carlos Biffi (PT-MS) participaram da reunião.
Mercadante alertou o grupo sobre a necessidade de enquadramento nas novas regras do governo federal para a realização de convênios, termos de parceria e contratos de repasse entre ministérios e entidades. O Decreto 7.568, publicado em 19 de setembro, determina, entre outros procedimentos, a adoção do chamamento público, além de normas mais rígidas que consideram o histórico de regularidade na aplicação dos recursos transferidos e experiência na área específica. "Agora é uma política pública do Estado brasileiro", reforçou o ministro.
Aloizio Mercadante falou sobre a importância de o estado, que já é forte na produção de commodities, apostar também nessa área de tecnologia da informação, e sugeriu a implantação no Mato Grosso Sul de um cinturão digital de fibra óptica, que está sendo adotado no Ceará para levar internet em banda larga ao interior do estado.
Fonte: PT na Câmara

Mato Grosso do Sul implementa regulação do Samu 192


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cumpriu, hoje (4), uma extensa agenda em Mato Grosso do Sul, onde assinou duas portarias que ampliam a assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) na região. Na ocasião, foi autorizado o repasse de mais R$ 24 milhões, por ano, para ampliar os atendimentos de média e alta complexidade na rede hospitalar do estado, especialmente na Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande.

Os recursos anunciados hoje também permitirão a implantação da central estadual do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), um dos componentes da Rede Saúde Toda Hora, que integra os diferentes serviços de urgência e emergência no SUS. A medida vai ainda permitir a adoção da Rede Cegonha, outro programa estratégico do governo federal, que prevê cuidados à mãe e ao bebê desde o planejamento da gravidez até os dois anos de vida da criança.

A assinatura das portarias foi feita durante a Reunião da Comissão Interventora da Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande. “O que estamos anunciando hoje é prioritário para a organização dos serviços de emergência a partir da rede Saúde Toda Hora. Queremos aprimorar a gestão, humanizar o atendimento e que os repasses dos recursos sejam acompanhados por resultados”, ressaltou o ministro Padilha.

RECURSOS - A ampliação dos recursos de média e alta complexidade ajudam a reforçar a atenção da rede hospitalar do estado, que poderá ampliar a oferta de procedimentos como internações, exames e procedimentos mais complexos. Em 2010, o Ministério repassou R$ 488,88 milhões ao Mato Grosso do Sul para esta finalidade. Desse total, R$ 220,75 milhões foram transferidos para o município de Campo Grande. Com a ampliação dos recursos, Mato Grosso do Sul terá a implantação de uma Central Estadual de Regulação do SAMU 192 em Campo Grande. O serviço, que já funcionava desde 2005, terá agora maior abrangência. Serão atendidos mais cinco municípios: Anastácio, Aquidauana, Corumbá, Coxim e Ladário. A central vai atender 220.767 habitantes

SAÚDE INDÍGENA –Durante o encontro, Padilha também anunciou a ampliação do repasse para o Hospital e Maternidade Porta da Esperança, em Dourados (MS). O valor anual passará a ser de R$ 1,44 milhão. Antes, era de R$ 720 mil. O acréscimo deve-se ao Incentivo para Atenção Especializada aos Povos Indígenas, destinado ao atendimento ambulatorial, hospitalar, diagnóstico e terapêutico à população indígena.
Essa é uma unidade de saúde de 74 leitos ofertados pelo SUS e que beneficia, em especial, os indígenas das aldeias Bororó e Jaguapirú,.

O valor é repassado mensalmente à Secretaria Municipal de Saúde de Dourados, por meio do Fundo Nacional de Saúde. Com mais esta medida, o Ministério da Saúde pretende ampliar e qualificar a oferta de atendimento diferenciado e exclusivo a essa população no SUS.

Fonte: Ministério da Saúde

Para reduzir filas em MS, Saúde investe R$ 6,4 milhões em cirurgias eletivas


O Ministério da Saúde definiu uma nova estratégia para aumentar o número de cirurgias eletivas no país e reduzir as filas no Sistema Único de Saúde (SUS). Mato Grosso do Sul receberá um adicional de R$ 6,44 milhões para a realização desses procedimentos até o fim de 2012. São R$ 550 milhões para todo o país. Os recursos serão aplicados nas especialidades de maior demanda e naquelas escolhidas pelos gestores locais conforme a realidade de sua região.  Do total para a região, R$ 183,4 mil serão destinados aos municípios com 10% ou mais de sua população em situação de extrema pobreza. A portaria que estabelece as diretrizes e recursos por estado foi publicada, no Diário Oficial da União. 

Confira aqui a tabela de repasses

“Com este novo investimento, além dos recursos habitualmente previstos para o custeio de cirurgias, queremos ampliar o acesso às cirurgias eletivas, que são aquelas podem ser agendadas com antecedência. Estamos dando um importante passo para reduzir o tempo de espera do paciente”, destacou o secretário de Atenção a Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães. “Além disso, estamos inovando ao priorizar os municípios com populações de extrema pobreza, que necessitam de maior atenção por parte do governo”, reitera.

Segundo ele, a portaria foi construída em conjunto com os gestores dos estados e municípios e, por esse motivo, parte dos recursos será alocada a partir de uma avaliação das Secretarias de Saúde sobre as demandas locais. “Esta gestão do Ministério da Saúde está construindo uma relação de responsabilidade e cooperação com os representantes locais, destinando mais recursos e cobrando resultados”, afirmou Magalhães. Ele explica que haverá acompanhamento do aumento da produção e aplicação das verbas no setor, pois, caso necessário, haverá realocação de recursos. “Representa uma mudança na forma como o Ministério da Saúde controla os recursos públicos”, diz. 

ÁREAS PRIORITÁRIAS –Do total de recursos previstos para todo o país, R$ 350 milhões estão destinadas às cirurgias eletivas selecionadas como prioritárias, de acordo com as demandas apresentadas pelos estados. São R$ 200 milhões para realização de cirurgia de catarata e R$ 150 milhões para tratamento de varizes, cirurgias ortopédicas e nas áreas de urologia, oftalmologia e otorrinolaringologia, incluindo retirada de amígdalas.

Outros R$ 150 milhões atenderão as demandas apresentadas pelos gestores estaduais, conforme a realidade de suas regiões. Os R$ 50 milhões restantes são para ampliar o acesso a cirurgias de cataratas nos municípios com população em situação de extrema pobreza. A ação beneficia 2.555 cidades.

Fonte: Ministério da Saúde

Parlamentar Tetila participa da filiação de novos petistas em Jateí


O deputado estadual Laerte Tetila esteve na cidade de Jateí para participar do ato de filiação dos novos membros do Partido dos Trabalhadores. Tetila assinou a ficha de filiação de mais 26 jateienses que agora já somam quase uma centena de filiados dentro da população de aproximadamente 3,6 mil habitantes.

A solenidade foi acompanhada pelo prefeito municipal, Arilson Nascimento Targino (PMDB) e pelo presidente da Câmara Municipal, Jeovani Vieira, pelo vereador José Rosendo, pela presidenta do PT, Rosana Portugal e pelo também vereador Francisco Alves de Araújo, mais conhecido como Tiquinho. Rosana destacou a importância do evento para o fortalecimento do partido, que atraiu novos filiados de que representam as várias classes da sociedade brasileira. 

Porém, um dos destaques dos novos petistas foi mesmo o vereador Tiquinho, que saiu do PPS para o PT. "Recebi vários convites de outros partidos, mas optei pelo PT por me identificar mais com as bandeiras de luta da sigla", explicou Tiquinho. "Hoje saímos daqui com a certeza de que o partido está em boas mãos e também mais forte. A partir de agora deverá ser feito um trabalho de formação política e em breve tenho certeza de que colheremos bons frutos em Jateí", disse, na sexta-feira, o deputado Tetila.


Fonte: Site do deputado Tetila