terça-feira, 31 de agosto de 2010

Região Centro-Oeste registrará quase 80 mil matrículas a mais


A expansão da educação superior e profissional na região Centro-Oeste vai dar um salto até 2014. O número de matrículas nas universidades públicas subirá de 81,7 mil matrículas para 119,4 mil, enquanto os institutos federais de educação, ciência e tecnologia triplicarão o número de alunos, passando de 22,2 mil para 62 mil. 

Os três estados e o Distrito Federal, que formam a região, têm hoje cinco universidades federais com 28 câmpus, além de cinco institutos federais, com 22 unidades de ensino. Ao final de 2014, o Centro-Oeste manterá as cinco universidades, mas seus câmpus serão 31. Já os cinco institutos de educação profissional superarão o dobro de unidades – serão 56. 

Entre os estados da região, dois se destacaram nas duas primeiras etapas da expansão ocorridas no período de 2003 a 2010. Mato Grosso do Sul tinha, em 2003, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com sete câmpus e 14,7 mil matrículas. Em 2005, o estado ganhou a segunda instituição pública de ensino superior, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Juntas, a UFMS e a UFGD fecharam 2010 com 12 câmpus e 18,6 mil matrículas. Em 2014, elas manterão o mesmo número de câmpus, mas as matrículas subirão para 26,2 mil.

Goiás é destaque na expansão na rede de educação profissional. É o único estado do Centro-Oeste com dois institutos federais de educação – o instituto de Goiás e o Goiano, ambos com sede em Goiânia. No final de 2010, os dois institutos tinham 13 unidades no interior do estado e 12,5 mil alunos matriculados. Em 2014, os institutos terão 22 unidades espalhadas em 21 municípios e 23,4 mil matrículas.

Fonte: Ministério da Educação

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Universidades do Mato Grosso do Sul inauguram instalações


O presidente Luíz Inácio Lula da Silva e o ministro Fernando Haddad participam nesta terça-feira, 24, da inauguração de instalações do campus de Dourados da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). 

Foram inauguradas quatro obras realizadas a partir do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni): a quadra poliesportiva, o restaurante universitário, o centro de educação infantil – com capacidade para atendimento a 120 crianças – e o edifício do auditório com capacidade para um público de quase 900 pessoas. 

Atualmente, a UFGD atende cerca de 4.500 alunos matriculados em 28 cursos de graduação. A instituição também oferece cursos de pós-graduação em nível de especialização, mestrado e doutorado. 

A UFGD foi criada em 2005 a partir do desmembramento do campus de Dourados da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). 

Simultaneamente à inauguração em Dourados, foram inauguradas as instalações do campus de Ponta Porã da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. A inauguração na cidade sul-mato-grossense foi transmitida por videoconferência durante a cerimônia em Dourados e contou com a participação da diretora de desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior do MEC, Adriana Rigon Weska. 

O campus de Ponta Porã da UFMS possui uma área de 1.756m² com 20 salas de aula, um laboratório de informática, um auditório para 130 pessoas, uma biblioteca, 16 salas de professores e 12 salas administrativas. 

Tendo iniciado seu funcionamento em 2008, o campus de Ponta Porã oferece os cursos de graduação em sistemas de informação (bacharelado) e matemática (licenciatura), cada um com 60 vagas disponíveis. No início deste ano, teve início o curso de ciências da computação, com a oferta de 50 vagas.

Fonte: Ministério da Educação

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Expansão do ensino técnico leva cursos a todos os estados


Com o início das aulas do segundo semestre, todas as unidades da federação estão com oferta de ensino técnico federal. Das 214 novas unidades previstas nas duas fases do plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, lançadas em 2005 e 2007, 180 já estão em funcionamento. Essas escolas geram 89 mil novas matrículas de cursos técnicos, de licenciaturas e de cursos superiores de tecnologia. 

Outras 15 escolas têm início das aulas previsto para a primeira quinzena de setembro, elevando para 195 o número de novas escolas em funcionamento. As áreas dos cursos estão sintonizadas com as potencialidades de cada região. Dos R$ 1,1 bilhão previstos para infraestrutura, mobiliário e equipamentos, o Ministério da Educação já investiu R$ 850 milhões. 

“Essas escolas trazem benefícios imediatos, não só para os estudantes, mas para o desenvolvimento de toda a região”, resume Eliezer Pacheco, secretário de Educação Profissional do MEC. “A cada semestre, entram novos alunos e os egressos saem qualificados e invariavelmente colocados no mercado de trabalho.” 

Novas – Em quatro unidades da federação, a oferta de educação profissional federal é uma novidade. Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal não contavam com escolas federais antes de 2003. No Amapá, a previsão de início das aulas é para 8 de setembro, com 140 alunos em Macapá e 200 vagas em Laranjal do Jari.

Em Rio Branco, os primeiros alunos do instituto federal estão recebendo orientações sobre os cursos e fazendo a sensibilização artística sobre a cidade. Alunos de manutenção de informática integrada a educação de jovens e adultos, segurança do trabalho e cooperativismo fizeram visitas guiadas aos principais espaços da capital acreana. Os próprios estudantes fotografam o que acham interessante dos passeios e, depois, interagem em diálogos sobre o desenvolvimento urbano, arquitetura, meio ambiente e sociedade. 

“A proposta é direcionar o olhar para o local em que residem, vislumbrando como que podem colaborar como cidadãos e futuros profissionais em suas áreas”, conta o reitor Elias Vieira. 

Com as novas escolas, a rede federal conta atualmente com 320 unidades. São 270 mil vagas em cursos técnicos, educação de jovens e adultos, cursos superiores de tecnologia, licenciaturas e pós-graduação. 

Fonte: Ministério da Educação

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dilma anuncia criação de universidades e unidades de institutos federais


A presidenta da República, Dilma Rousseff, anuncia nesta terça-feira, 16, a criação de quatro universidades federais, a abertura de 47 câmpus universitários e 208 unidades dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, espalhados em todo o país. 

Até 2012, serão implementados 20 câmpus universitários em oito estados e 88 unidades de institutos federais em 25 estados. Além disso, prefeitos assinarão termos de compromisso para a construção de 120 unidades de institutos federais em municípios dos 26 estados e no Distrito Federal. Pelas previsões, que todas as unidades estarão em funcionamento nos próximos três anos. 

Universidades – As novas universidades federais serão instaladas no Pará, na Bahia e no Ceará. A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) terá sede na cidade de Marabá, onde hoje funciona o câmpus Marabá da Universidade Federal do Pará (UFPA). A Universidade Federal da Região do Cariri (UFRC), no Ceará, terá sede em Juazeiro do Norte. Ela será instalada na atual estrutura do câmpus Cariri, que pertence à Universidade Federal do Ceará (UFC). 

A Bahia ganha duas instituições. A Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba) com sede em Barreiras, onde atualmente funciona o câmpus Barreiras da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), que terá sede em Itabuna. 

A Universidade Federal do Ceará transfere três de seus câmpus para a Universidade Federal da Região do Cariri – câmpus Cariri (na cidade de Juazeiro do Norte), Barbalha e Crato; a Universidade Federal do Pará passa à Unifesspa o câmpus Marabá; e a Universidade Federal da Bahia transfere o câmpus Barreiras à Ufoba. No conjunto, as quatro novas universidades federais terão 17 câmpus, dos quais 12 serão criados (Tabela 1). 

Outras 12 universidades federais, de 11 estados, ganharão 15 câmpus. No Pará, a UFPA ganha um câmpus; na Bahia, a UFBA e a UFRB, um câmpus cada uma; no Ceará, a UFC (2); em Pernambuco, a UFRPE (1); em Goiás, a UFG (2); no Maranhão, a UFMA (1); no Mato Grosso, a UFMT (1); em Minas Gerais, a UFVJM (2); em São Paulo, a Unifesp (1); em Santa Catarina, a UFSC (1); no Rio Grande do Sul, a UFSM (1). (Tabela 2) 

2011-2012 – Até o fim de 2012, o governo federal deve concluir a implantação de 20 unidades, distribuídas entre 12 universidades federais localizadas nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. Essa ação atenderá 20 municípios de oito estados. Entre as instituições com maior número de unidades, se destacam a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que se expande para sete municípios, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que amplia sua presença em Osasco e na Zona Leste da capital. (Tabela 3)

Institutos federais – Prefeitos de 120 municípios assinam nesta terça-feira, 16, o compromisso com o governo federal de oferecer terrenos para a instalação de unidades de educação profissional em suas cidades. A concretização das novas escolas deve acontecer em 2013-2014. As 27 unidades da Federação estão contempladas: Acre (um município), Alagoas (4), Amapá (2), Amazonas (4), Bahia (9), Ceará (6), Distrito Federal (uma cidade), Espírito Santo (2), Goiás (5), Maranhão (8), Mato Grosso (3), Mato Grosso do Sul (3), Minas Gerais (6), Pará (5), Paraíba (6), Paraná (7), Pernambuco (9), Piauí (4), Rio de Janeiro (7), Rio Grande do Norte (3), Rio Grande do Sul (7), Rondônia (1), Roraima (1), Santa Catarina (3), São Paulo (8), Sergipe (4) e Tocantins (2).

A essas 120 unidades de educação profissional se somam 88 que estão em construção, com término previsto para o fim de 2012. Ao final de 2014, portanto, o país terá ganho 208 unidades de educação profissional. 


Fonte: Ministério da Educação 

terça-feira, 10 de agosto de 2010

UFMS oferece curso sobre Formação Continuada em Conselho Escolar


Dirigentes e técnicos das secretarias estaduais e municipais de educação, responsáveis pela implantação e fortalecimento dos conselhos escolares, podem se inscrever, até a próxima sexta-feira, 13, no curso Formação Continuada em Conselho Escolar, oferecido pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). O curso é promovido pelo Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação. 

Com o objetivo de contribuir para o debate e o aprofundamento do princípio constitucional da gestão democrática da educação, o curso terá duas fases com 80 horas cada uma. A duração será de aproximadamente quatro meses. 

Já os conselheiros municipais de educação e técnicos de secretarias de educação dos municípios que não dispõem de conselhos podem se inscrever para o curso Formação Continuada para Conselheiros Municipais de Educação, ofertado pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) e promovido pelo Programa Nacional de Capacitação de Conselheiros Municipais de Educação, também da SEB. Inscrições são aceitas até dia 13. 

Com 160 horas e duração de seis meses, o curso tem o objetivo de fortalecer os conselhos municipais de educação, para que se tornem uma efetiva instância de proposição e normatização das práticas educacionais e espaço de mediação entre o poder público e a sociedade. 

As inscrições podem ser realizadas via internet, na página do Centro de Tecnologias Educacionais (CTE) da UFT. Os dois cursos serão desenvolvidos na modalidade de educação a distância, com a utilização de ambiente virtual de aprendizagem. Informações sobre inscrições podem ser obtidas por correio eletrônico.

Fonte: Ministério da Educação