quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mato Grosso do Sul é um dos estados que fortalecem a estratégia Rede Cegonha



Em menos de um ano de funcionamento, a estratégia Rede Cegonha, que expande e qualifica a assistência prestada às gestantes e aos bebês pelo Sistema Único de Saúde (SUS), conta com a adesão de 17 Estados e 800 municípios, com previsão de atendimento a 600 mil gestantes no país.

A estratégia fortalece um modelo de atendimento que vai do fortalecimento do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança. Neste ano, o Ministério da Saúde garantiu novos recursos na ordem de R$ 434,6 milhões para ampliação da oferta de serviços hospitalares da Rede Cegonha.

“O esforço da Rede Cegonha tem como alvo duas principais metas: intensificar a redução da mortalidade materna e a ampliar os serviços oferecidos no SUS”, enfatizou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Até agora, já aderiram à Rede Cegonha: Alagoas, Bahia, Pernambuco, Sergipe, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins, Pará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já formalizou a adesão.

Estes estados cumpriram as etapas da realização do diagnóstico local, com a definição das regiões de saúde para implantação da rede e a criação do grupo estadual que coordena e organiza os serviços. Todas as etapas foram definidas em parceria as secretarias estaduais e municipais de saúde.

Padilha lembrou ainda que o objetivo do Ministério da Saúde é investir em serviços de saúde integrados e não em serviços isolados, por isso todo esse esforço para fortalecer a assistência prestada às gestantes e aos bebês no sistema público.

ACOLHIMENTO HUMANIZADO – Em 2011, o Ministério da Saúde fez investimentos também na construção de novos equipamentos previstos na Rede Cegonha, como a destinação de R$ 4 milhões para 13 Casas da Gestante e do Bebê, que acolhem gestantes de risco.

Até novembro, foram aprovadas 19 propostas de melhorias em maternidades, com investimento total de R$ 4,8 milhões. Para os Centros de Parto Normal, que funcionam em conjunto com as maternidades para humanizar o nascimento, foram aportados R$ 3,2 milhões para implantação de oito centros em sete estados.

Também como parte da Rede Cegonha, foram distribuídos, desde janeiro, 6,4 milhões de Cadernetas de Saúde da Criança para estados e municípios e ofertados equipamentos para 15 novos bancos de leite humano e 11 postos de coleta do país.

GESTÃO DA REDE - Para facilitar a adesão à Rede Cegonha, o Ministério da Saúde desenvolveu o Sistema do Plano de Ação das Redes (Sispar), cuja finalidade é auxiliar a construção do planejamento e programação das metas qualitativas e quantitativas, ou seja, na construção do Plano de Ação Municipal ou Regional e da programação física e financeira da Rede Cegonha.

Também foi aperfeiçoada a plataforma web de registro das consultas de pré-natal, o SISPRÉ-NATAL WEB, que permite o registro e monitoramento do tempo de resultado dos exames, da vinculação da gestante ao local do parto e da presença do acompanhante no parto. “O SISPRÉ-NATAL reúne um conjunto de informações que servirão para qualificar o atendimento pré-natal”, destacou Padilha.

Fonte: Ministério da Saúde

Municípios de Mato Grosso do Sul terão metas de qualidade para atenção básica



Mais de mil gestores, entre prefeitos e governadores, assinaram nesta terça-feira (29) termo de compromisso que relaciona uma série de metas e padrões de qualidade que deverão cumprir na atenção básica de sua região. Em Mato Grosso do Sul, serão 51 municípios, com adesão de 184 equipes de saúde. A ação faz parte do lançamento da estratégia “Saúde Mais Perto de Você”. De início, os gestores que aderiram à rede de atenção receberão 20% a mais dos recursos específicos para o financiamento do setor – PAB variável - e poderão dobrar o incentivo com a qualificação das equipes e dos serviços ofertados à população nas UBSs.

(Confira tabela abaixo e texto completo em www.saude.gov.br)

A estratégia teve grande adesão nacional, sendo que 71% dos municípios país aderiram “Saúde Mais Perto de Você - acesso e qualidade”. Ao todo, 17.669 equipes de atenção básica vão receber o componente de qualidade, o que representa um valor adicional mensal de até R$ 1.700,00 por grupo de imediato, podendo chegar a R$ 8.500, dependendo das avaliações. “Os recursos ampliam significativamente o financiamento da atenção básica, com ações que avançam para assegurar equipes mais incentivadas, preparadas e capazes de atender a população com qualidade”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Além disso, os brasileiros poderão a partir de hoje acompanhar pela internet, no site do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, a qualidade do serviço e o atendimento, prestados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). “Queremos que a população tenha em mãos ferramentas para cobrar a qualidade do atendimento. A percepção do usuário será um dos critérios de avaliação dessas equipes”, afirma o ministro.

Logo na entrada das unidades cadastradas na estratégia “Saúde Mais Perto de Você - acesso e qualidade” haverá uma placa de identificação contendo: carteira de serviços ofertados pela equipe, horário de funcionamento da unidade, nome e escala dos profissionais da equipe, telefone da ouvidoria do Ministério da Saúde e do município, quando houver, além das metas e padrões de qualidade assumidos pelos gestores municipais das 17.669 equipes cadastradas.

A partir de março de 2012, todas as unidades serão visitadas por uma equipe de avaliação externa, que realizará certificação do serviço. Além de entrevistas realizadas dentro das UBSs, também serão visitados em casa, 170 mil usuários, que serão questionados sobre a qualidade dos serviços e atendimentos que receberam nas UBSs.

“Pela primeira vez, o Ministério da Saúde incorpora em sua política de atenção básica e no financiamento, a possibilidade de reconhecer o esforço dos gestores municiais e profissionais de saúde, induzindo e premiando a qualidade, e fazendo isso com o máximo de transparência, já que todos os resultados estarão disponíveis à população no site do DAB”, explica Diretor da Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto.

Serão avaliados indicadores como: tempo de espera, cobertura de hipertensos e diabéticos; padrões de acesso e qualidade ao pré-natal; avaliação do uso e da satisfação dos usuários e acompanhamento das condicionalidades do bolsa família. Equipes com desempenho muito bom poderão até dobrar os recursos que já recebem passando a receber até R$ 8.500 mensais por equipe, o que representa 100% a mais do PAB-variável – componente de qualidade. “Aquelas que tiverem um desempenho insatisfatório terão o incentivo suspenso”, enfatiza o diretor.


PADRÕES – O monitoramento dos indicadores e a avaliação dos padrões de acesso e qualidade resultarão na certificação, ou não, das equipes e Unidades Básicas de Saúde cadastradas na estratégia “Saúde Mais Perto de Você”. Esse processo contará com o envolvimento de instituições de ensino e pesquisa, além dos gestores municipal, estadual e federal. O programa também estimula a educação permanente, o apoio institucional e monitoramento.

Na ação serão investidos R$ 821 milhões até dezembro de 2012 e a previsão do Ministério da Saúde é aplicar, até 2014 R$ 4 bilhões a mais no orçamento da Atenção Básica.

OUTROS COMPONENTES – Aestratégia “Saúde Mais Perto de Você” também prevê reformas nas Unidades Básicas de Saúde para cumprimento dos padrões estabelecidos pela ANVISA e pelo departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, permitindo assim, melhoria do ambiente, acessibilidade, acolhimento e humanização para os usuários, além da melhoria das condições de trabalho para as equipes de trabalhadores. Ao todo, serão destinados R$ 543 milhões para reformas de 5.272 mil Unidades Básicas de Saúde nos 26 estados e no Distrito Federal.

O Ministério também previu ações que vão ampliar o acesso a diagnósticos e tratamentos que são oferecidos pelas UBSs, com a informatização e construção de núcleos e rede de teleconsultoria e suporte clínico à distância, os Telessaúde. O início da implantação de mais 38 novos núcleos de Telessaúde, que vão dar suporte a 10.966 equipes de saúde da família em 2.036 municípios está previsto ainda para este ano e, até 2014 serão destinados R$ 280 milhões para a construção de novos núcleos. O Telessaúde é um programa que oferece às equipes de Atenção Básica teleconsultoria à distância, utilizando tecnologias de informação e comunicação. O programa permite que profissionais de saúde troquem informações sem sair dos postos de atendimento, por meio de videoconferências e internet.

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Estado é maior responsável pela redução na taxa de incidência da aids entre jovens de 15 a 24 anos no Centro-Oeste



O investimento do Sistema Único de Saúde na prevenção e na ampliação da testagem e do acesso ao tratamento antirretroviral, além da capacitação dos profissionais de saúde, mantém sob controle a epidemia de aids no Brasil. É o que mostra o Boletim Epidemiológico Aids/DST 2011, divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde. Embora a doença esteja estabilizada no país, a taxa de incidência de aids em jovens de 15 a 24 anos caiu consideravelmente na região Centro-Oeste, passando de 9,6, em 2009, para 7,9, em 2010.

Mato Grosso do Sul é um dos maiores responsáveis pela queda. Em 2009, o estado registrou 8,8 casos para cada 100 mil habitantes e, no ano passado, 5,6 casos, o que representa uma redução de 36% (a queda na região Centro-Oeste foi de 17%).

De acordo com o Boletim, a prevalência (estimativa de pessoas infectadas pelo HIV) da doença permanece estável em cerca de 0,6% da população, enquanto a incidência (novos casos notificados) teve leve redução de 18.8/100 mil habitantes em 2009 para 17,9/100 mil habitantes em 2010.

“Estamos investindo na expansão da testagem rápida para garantir que o diagnóstico seja o mais breve possível, com ações do Fique Sabendo. Quanto mais cedo o vírus é descoberto, mais cedo tem início o tratamento, proporcionando qualidade de vida para quem vive com a doença”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Em alguns grupos, o avanço no combate à epidemia é mais marcante. Entre os menores de cinco anos de idade, casos relacionados à transmissão vertical, ou seja, da mãe para o bebê durante a gravidez, o parto ou pelo leite materno, a taxa de incidência (número de casos por 100 mil habitantes), caiu 41% de 1998 a 2010.

Em relação à taxa de mortalidade, o Boletim também sinaliza queda. Em 12 anos, a taxa de incidência baixou de 7,6 para 6,3 a cada 100 mil pessoas. A queda foi de 17%.

O boletim, no entanto, chama a atenção para públicos específicos, que têm tido comportamento diverso e ampliado o número de casos.  Ao longo dos últimos 12 anos, a porcentagem de casos na população de 15 a 24 anos caiu. Já entre os gays a mesma faixa houve aumento de 10,1% entre os gays da mesma faixa. No ano passado, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10.

Na população de 15 a 24 anos, entre 1980 e 2011, foram diagnosticados 66.698 casos de aids, sendo 38.045 no sexo masculino (57%) e 28.648 no sexo feminino (43%). O total equivale a 11% do total de casos de aids notificados no Brasil desde o início da epidemia ocorre entre jovens.

O quadro levou o Ministério da Saúde a priorizar este público na campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, que acontece em 1 de dezembro.

A campanha do Dia Mundial deste ano, por meio do slogan “A aids não tem preconceito. Previna-se”, reforça a necessidade de se discutirem questões relacionadas à vulnerabilidade à aids entre jovens gays de 15 a 24 anos e entre pessoas vivendo com HIV/aids. Também busca uma sociedade mais solidária, sem preconceito e tolerante à diversidade sexual.

Fonte: Ministério da Saúde

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Vereador convoca população para unir forças em prol da segurança pública


O vereador Alex (PT), presidente da Comissão de Segurança Pública e membro da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, promoveu na manhã desta sexta-feira (25) uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir a inclusão da Capital no Projeto Mulheres da Paz do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça.

A reunião contou com a presença de diversas entidades ligadas à segurança pública e de defesa aos direitos da mulher, assim como do advogado Lairson Ruy Palermo, membro da Secretaria Executiva da Comissão de Justiça e Paz; Susana Alves da Motta, da Forsep (Fórum pela Segurança Pública com Cidadania); Vera Lucia Corrêa Aranda, da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso do Sul (OAB-MS); Carla Stephanini, da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Mulher do Estado; além das vereadoras Thais Helena (PT) e Professora Rose (PSDB).

De acordo com Alex, é necessária uma união de forças para solucionar o problema da segurança pública, sobretudo no combate à violência contra a mulher. “Não podemos mais deixar a segurança pública na mão só das autoridades policiais. Temos que fazer a nossa parte. Precisamos trabalhar com uma visão diferente da segurança pública. O cidadão precisa ajudar neste processo. Estamos fazendo hoje um movimento histórico”, afirmou o parlamentar na audiência.

O vereador petista destacou aos presentes que a audiência pública foi gravada em vídeo e que será encaminhada ao Ministério da Justiça para que o debate seja ampliado. “Estamos aqui em sintonia direta com o Ministério e vamos apresentar para o ministro da Justiça as sugestões que debatemos hoje sobre segurança pública”, destacou o parlamentar.

Convênio Pronasci

Alex considera determinante para a humanização do progresso local a adesão de Campo Grande ao Pronasci e destaca o alcance do Mulheres da Paz no sentido de incentivar e conscientizar as mulheres e a sociedade na construção e no fortalecimento das redes sociais de prevenção e enfrentamento às situações de violência contra a mulher.

O vereador petista informou ainda que está discutindo com o secretario municipal de Governo, Rodrigo Aquino, e com o comandante da Guarda Municipal, coronel Ayres, a elaboração de um decreto que crie as premissas legais para a celebração de convênios entre o Município e o Ministério da Justiça. “Sem um instrumento legal, todos os programas relacionados ao Pronasci não podem ser implantadas”, completou Alex.

Fonte: Site do vereador Alex

Vereador vota contra projetos da Prefeitura que prejudicam a população


Ao final de uma sessão tumultuada, a Câmara Municipal de Campo Grande aprovou ontem (24) três projetos de lei do pacote encaminhado pelo prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) à Casa de Leis. O vereador Alex (PT) votou contra os três.

O primeiro projeto (7117/2011) trata das autorizações para a Prefeitura firmar parcerias público-privadas (PPP) em áreas diversas. Foi aprovado por 19 votos a um. Alex duvida que a autorização para as parcerias resulte em algum benefício. “Isso não me convence, não acredito que vá trazer algum benefício para a população campo-grandense. A única parceria que deu certo no País e aquela entre o BNDES e empresas para a construção de estádios de futebol. Fora isso não há outra que funcione”, explicou.

Já o projeto 7118/2011 trata de alterações nas concessões para o serviço público de coleta de lixo na Capital. O projeto foi aprovado por 15 votos a dois. Para Alex, antes de qualquer alteração mas concessões a Prefeitura deveria averiguar se o que está em vigor está sendo de fato cumprido. “Pela legislação atual, o Executivo e as empresas tinham que fomentar e apoiar cooperativas de catadores de lixo. Isso não é feito hoje e acho muito difícil que seja cumprido daqui para frente”, reclamou o petista. O outro voto contrário foi da colega Thais Helena (PT).

Por fim, o projeto 7120/2011, que trata do transporte coletivo, foi aprovado por 17 a dois. O prefeito quer ampliar o período do contrato de concessão com as empresas de ônibus de oito para 20 anos, prorrogáveis por mais 10 anos. Os petistas discordam da proposta por julgar que não há necessidade de tamanha prorrogação. Eles também colocaram em dúvida o processo de licitação. Thais Helena suspeita que as mesmas empresas que hoje exploraram o serviço de transporte urbano é que vencerão o certame. Alex concorda. “Esse aumento absurdo do prazo de concessão do serviço de transporte público não traz nenhum benefício à população. Pelo contrário. A Prefeitura deveria estimular a concorrência entre as empresas para garantir menores preços e mais qualidade ao cidadão ao invés de garantir por 30 anos o quinhão dos empresários de ônibus”, destacou Alex.

Durante a discussão sobre a concessão do transporte coletivo, o vereador Carlão (PSB) – que defendeu os benefícios às empresas de ônibus – agrediu verbalmente Alex e tentou ir às vias de fato, tendo que ser contido pelos colegas Flávio César (PMDB) e Jamal Salem (PR).

Após a confusão, Alex pediu o microfone para dizer que em nenhum momento fez ofensas ao vereador do PSB e salientou que a Câmara não é lugar de briga. “Quando quiser resolver na força vou para o UFC. Ninguém vai me intimidar”.

Fonte: Site do vereador Alex

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Artista da região é agraciado com prêmio


No Dia do Músico, comemorado dia 22 de novembro, 18 artistas da terra foram homenageados com a Medalha Tom do Pantanal Arara Azul, na Assembléia Legislativa. Entre os músicos escolhidos para receberem a segunda edição do prêmio, uma dos maiores expoentes do Estado foi agraciado: o cantor, compositor e violeiro Paulo Simões.

Paulo Simões recebeu a Medalha Tom do Pantanal das mãos da cantora Maria Alice, que representou o deputado estadual Paulo Duarte (PT). O parlamentar sugeriu o nome do artista para receber a homenagem por ser ele um dos mais importantes compositores de sua geração e responsável pela introdução de sonoridades e ritmos fronteiriços no caldeirão musical de Mato Grosso do Sul e do Brasil.

Simões deixou marcas inconfundíveis na cultura musical do Estado. Para o deputado Paulo Duarte são raras as vezes em que uma canção traduz tão bem o espírito de uma época e isso aconteceu com Trem do Pantanal, composta em 1975 por Paulo Simões e Geraldo Rocca e que até hoje emociona intérpretes e platéias ao redor do mundo.

Canções como Comitiva Esperança também destacam-se no cenário musical brasileiro e no exterior. Sozinho ou em múltiplas e talentosas parcerias, Paulo Simões se tornou uma referência musical e poética obrigatória no Mato Grosso do Sul e coleciona atuações brilhantes junto com Almir Sater, Celito Espíndola, Dino Rocha e Guilherme Rondon.

Em breve Simões lançará o cd Vida Bela Vida, uma coletânea reunindo sucessos como Comitiva Esperança, Sonhos Guaranis, Trem do Pantanal, Velhos Amigos, além da faixa-título.

Fonte: Site do deputado Paulo Duarte

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Vereador reivindica melhor estrutura para bombeiros em Campo Grande


A estrutura do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) em Campo Grande não está à altura das necessidades do Município e a corporação faz um trabalho heróico de superação, operando sem as condições adequadas. Estas são as conclusões a que chegaram na noite da última quinta-feira (10) o vereador Alex (PT) e os demais participantes de uma reunião realizada no Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb), na qual o CBM expôs seus desafios ao Conselho de Segurança do Centro da cidade.

Alex se comprometeu a lutar por investimentos para os bombeiros e disse que, dentro de suas atribuições constitucionais, buscará a forma – provavelmente por meio de emenda – de provisionar recursos orçamentários de 2012 para a instalação de mais hidrantes – visando garantir a cobertura das áreas urbanas mais críticas – e iniciar junto ao governo do Estado discussões para aquisição de uma nova e moderna escada Magirus. Estas são duas das deficiências que causam maior preocupação, sobretudo em função da amplitude do crescimento populacional e imobiliário da cidade.

Limitações

Além de não possuir a quantidade ideal de hidrantes para dar cobertura mínima à área urbana, Campo Grande está fragilizada também se acontecer algum incêndio em prédios de grande porte. A única escada que o CBM possui foi adquirida em 1976 e tem alcance operacional de 30 metros de altura.

“Se for considerada uma média de três metros de altura por andar, a escada que hoje está à disposição dos bombeiros só alcançaria no máximo 10 andares. É pouco, é limitação demais para uma cidade onde a verticalização imobiliária cresce em todos os sentidos e direções. Já são muito numerosos os prédios acima de 15 andares e isso vai dificultar demais o socorro especializado dos bombeiros”, afirmou Alex.

O vereador – que é presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal – disse que pretende sensibilizar os colegas para fortalecer a busca de recursos e anunciou a intenção de levar os bombeiros ao Legislativo para relatar e avaliar seus desafios e como enfrentá-los. Acredita-se que com um aporte aproximado de R$ 1 milhão seja possível garantir a cobertura mínima de hidrantes na cidade.

O CBM é órgão militar subordinado ao governo do Estado, que tem a competência legal e a atribuição de realizar os investimentos necessários à estruturação da força. “Isso, porém, não significa que o Município deva ficar de braços cruzados à espera das soluções do governo estadual, que podem chegar logo ou não”, observou Alex. A seu ver, o Município, por meio dos poderes Executivo e Legislativo, também possui suas responsabilidades e competências no setor de segurança pública e precisa fazer a sua parte.

“É para isso que participei da reunião no Planurb e me comprometi a participar dessa mobilização. Trata-se de uma questão que impõe respostas imediatas e objetivas, sem demora. É a saúde das pessoas que precisa de proteção e prevenção, duas obrigações que constam das obrigações do poder público”, enfatizou. “Não podemos esperar que aconteça alguma tragédia para constatar que estamos diante de uma demanda de primeira e urgentíssima necessidade”, concluiu Alex.

Fonte: Site do vereador Alex

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Vereador congratula jovens empresários por debaterem questão tributária


Na sessão da última terça-feira (8) da Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Alex propôs uma Moção de Congratulação aos participantes do 17º Congresso Nacional de Jovens Lideranças Empresariais, que está sendo realizado nessa sexta e sábado (10 e 11), no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

É a primeira vez que a Capital sedia o evento, de âmbito nacional, que reúne jovens lideranças empresariais de micro e pequenos negócios, empreendedores de empresas incubadas, agropecuaristas, industriários, membros de associações de jovens empresários, empreendedores e entidades de todo o Brasil. O congresso é promovido pela Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje) e realizado pelo Conselho de Jovens Empresários (CJE) da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG).

Para Alex, é importante que os jovens empresários se movimentem no sentido de buscar meios de garantir o surgimento e desenvolvimento de novos empreendimentos comerciais e industriais. “Um dos focos do congresso desse ano é a redução da carga tributária. É um tema da maior relevância e que merece toda a atenção da sociedade. Com a diminuição dos impostos cobrados sobre o comércio e a indústria pode-se abrir caminho para o aumento da oferta de vagas no mercado de trabalho e para a maior competitividade dos serviços e produtos. É muito bom ver a juventude debatendo essa questão”, destacou o vereador.

Congresso da Conaje

Durante o 17° Congresso Nacional de Jovens Lideranças Empresariais, os presidentes das cinco maiores entidades que representam jovens empresários vão elaborar um documento intitulado “Carta de Campo Grande” com os principais anseios que sintetizam as reformas buscadas pelos jovens empreendedores de todo o País. Posteriormente, tal documento será entregue à presidenta Dilma Rousseff por meio do senador Delcidio do Amaral (PT-MS), que é o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

As principais reivindicações a serem discutidas no encontro deste ano são a diminuição da carga tributária, da esburocratização para a criação de novas empresas, a desoneração da folha de pagamento, a criação do Ministério das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e o apoio do governo federal no incentivo ao crédito para a criação de novas empresas.

Na programação do 17º Congresso da Conaje estão palestras com profissionais renomados e que tiveram sucesso com os seus negócios. Entre eles, destaque para Jota Abussafi (empreendedor em Miami), Fábio Seixas (proprietário do site Camiseteria.com), Célio Antunes de Souza (presidente do Grupo Impacta de Tecnologia) e Ricardo Bellino (escritor, empresário e criador do jogo O Aprendiz).

Fonte: Site do vereador Alex

Ministério do Turismo deve liberar R$ 7 milhões para ações em Mato Grosso do Sul


O deputado federal Antônio Carlos Biffi (PT/MS) participou de audiência com o ministro do Turismo, Gastão Vieira, onde apresentou projetos que podem resultar em investimentos na ordem de R$ 7 milhões, o que beneficiará 17 municípios sul-mato-grossenses. 

Em um primeiro momento, Biffi solicitou o pagamento de R$ 5,2 milhões que refletem as emendas individuais encaminhadas ao ministério entre 2009 e 2010, e, de acordo com o parlamentar, serão responsáveis por pavimentação asfáltica em Água Clara, Alcinópolis, Amambai, Batayporã, Brasilândia, Rio Brilhante, Inocência e Ribas do Rio Pardo; revitalização do Parque das Cidades, em Amambai; construção de Concha Acústica, em Caarapó e Itaporã; Centro de Eventos, em Coxim; e Praça Municipal, em Rio Verde. 

“São ações que considero de extrema importância para o desenvolvimento estrutural desses municípios, mas que, ainda aguardam liberação de recurso. Acredito piamente que a gestão que está sendo iniciada pelo ministro Gastão, a quem desejo muito sucesso, abrangerá as nossas demandas”, observou Biffi. 

Eventos 

Além de solicitar a liberação de recurso, Biffi encaminhou empenho, no valor de R$ 1 milhão, que visa promover a realização de eventos em Amambai, Bandeirantes, Rio Verde, Ladário, Ribas do Rio Pardo, Rochedo e Campo Grande.

Após analisar as demandas do parlamentar, o ministro sinalizou positivamente para a consolidação das ações, adiantando que os recursos para a realização de eventos já estão sendo analisados pelo ministério. 

“Como colega, licenciado, de parlamento e de comissão [Educação e Cultura] sou conhecedor do excelente trabalho que o Biffi está realizando em prol da educação do seu estado. As ações apresentadas pelo parlamentar para o setor de turismo engrandecem ainda mais o seu trabalho como parlamentar. Nesse sentido, os projetos que estiverem dentro das exigências técnicas, com certeza, serão concretizados”, afirmou o ministro. 

Coxim e Camapuã 

Reflexo da atuação do parlamentar junto ao órgão, Biffi foi informado que uma emenda, em parceria com o senador Delcídio Amaral, foi empenhada e, em breve, permitirá a pavimentação asfáltica do acesso da AABB ao Cristo (ligando a UFMS e o IFMS), no município de Coxim, no valor de R$ 1 milhão, e a construção de praça pública, no valor de R$ 300 mil, em Camapuã. 

“Com certeza, é uma excelente notícia. Fruto do nosso trabalho aqui em Brasília”, salientou Biffi. 


Fonte: site do deputado Carlos Biffi

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Telessaúde é expandido a todas as regiões do país


O governo federal está ampliando as ações do projeto Telessaúde Brasil Redes para todo o país. O Ministério da Saúde investirá nos próximos 12 meses R$ 70 milhões para a expansão do serviço, que hoje está presente em 12 estados. O Telessaúde é um programa que oferece às equipes de Atenção Básica teleconsultoria à distância, utilizando tecnologias de informação e comunicação.

O programa permite que profissionais de saúde troquem informações sem sair dos postos de atendimento, por meio de videoconferências e internet. A ferramenta, que integra regiões mais distantes aos grandes centros de pesquisa e referência, permite ações como uma segunda opinião médica, além discussão de casos com equipe multiprofissional. Isso evita deslocamentos desnecessários do paciente, qualifica o diagnóstico e permite a educação permanente dos profissionais de saúde. 

“Na prática, a expansão do Telessaúde significa mais agilidade e menos tempo de espera. Às vezes, o paciente faz um eletrocardiograma num posto de saúde, mas não há um médico apto a realizar a leitura do mesmo. Com o programa nas UBS, este profissional terá em tempo real um diagnóstico do paciente para poder proceder rapidamente o encaminhamento adequado”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O serviço funciona articulado com as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e auxilia a população atendida no Sistema Único de Saúde (SUS) com diagnósticos ágeis e precisos. Atualmente, 1.471 serviços de saúde contam com o programa, que beneficia 947 municípios em 12 estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo,Tocantins, Mato Grosso do Sul e Acre.

Para se habilitar ao novo financiamento, os gestores locais do SUS - que ainda não tem o Telessaúde ou àqueles que querem ampliá-lo na sua região - devem cadastrar as suas propostas até o dia 15 de novembro, com possibilidade de recebimento da verba ainda esse ano, ou entre o dia 15 e 30 de novembro, com recebimento apenas em 2012. Os projetos devem ser enviados pelo site http://dab.saude.gov.br/.Os valores destinados a cada estado foram definidos pelo Ministério da Saúde por meio da avaliação do número de habitantes na região e pela quantidade de Equipes de Saúde da Família. 

EXPANSÃO -O ministro Alexandre Padilha lembra, ainda, que com a expansão do programa um número maior de brasileiros será beneficiado pelas facilidades do programa. “O nosso investimento representa um grande avanço na saúde do país e um significativo aumento na capacidade dos postos de saúde em atender a população”. Atualmente, o país conta com 43 mil Unidades Básica de Saúde. O Telessaúde Brasil Redes passou, em novembro, a integrar o Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (UBS), lançado este ano pelo governo federal e que está ampliando e qualificando as UBS em todo o país, além da construção de novas unidades.

VANTAGENS –Nas localidades onde o Telessaúde Brasil já foi implantado, as teleconsultorias e as segundas opiniões formativas (discussão de casos clínicos com outros profissionais) evitaram o encaminhamento dos pacientes para atendimento em outro serviço de saúde em 70% a 80% dos casos. Isso tem um relevante impacto financeiro, além de ampliar o acesso e melhorar a resolubilidade da atenção à saúde prestada à população.

Fonte: Ministério da Saúde

Programa Telessaúde será ampliado no Mato Grosso do Sul



O governo federal está ampliando as ações do projeto Telessaúde Brasil Redes para todo o país. O Ministério da Saúde investirá nos próximos 12 meses R$ 2 milhões para expansão do serviço no Mato Grosso do Sul. O Telessaúde é um programa que oferece às equipes de Atenção Básica teleconsultoria à distância, utilizando tecnologias de informação e comunicação.

O programa permite que profissionais de saúde troquem informações sem sair dos postos de atendimento, por meio de videoconferências e internet. A ferramenta, que integra regiões mais distantes aos grandes centros de pesquisa e referência, permite ações como uma segunda opinião médica, além discussão de casos com equipe multiprofissional. Isso evita deslocamentos desnecessários do paciente, qualifica o diagnóstico e permite a educação permanente dos profissionais de saúde. 

“Na prática, a expansão do Telessaúde significa mais agilidade e menos tempo de espera. Às vezes, o paciente faz um eletrocardiograma num posto de saúde, mas não há um médico apto a realizar a leitura do mesmo. Com o programa nas UBS, este profissional terá em tempo real um diagnóstico do paciente para poder proceder rapidamente o encaminhamento adequado”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O serviço funciona articulado com as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e auxilia a população atendida no Sistema Único de Saúde (SUS) com diagnósticos ágeis e precisos. Atualmente, 1.471 serviços de saúde contam com o programa, que beneficia 947 municípios em 12 estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo,Tocantins, Mato Grosso do Sul e Acre.

Para se habilitar ao novo financiamento, os gestores locais no Mato Grosso do Sul devem cadastrar as suas propostas até o dia 15 de novembro, com possibilidade de recebimento da verba ainda esse ano, ou entre o dia 15 e 30 de novembro, com recebimento apenas em 2012. Os projetos devem ser enviados pelo site http://dab.saude.gov.br/.Os valores destinados ao estado foram definidos pelo Ministério da Saúde por meio da avaliação do número de habitantes na região e pela quantidade de Equipes de Saúde da Família. No Mato Grosso do Sul, 444 ESF atendem à população. 

EXPANSÃO -O ministro Alexandre Padilha lembra, ainda, que com a expansão do programa um número maior de brasileiros será beneficiado pelas facilidades do programa. “O nosso investimento representa um grande avanço na saúde do país e um significativo aumento na capacidade dos postos de saúde em atender a população”. Atualmente, o país conta com 43 mil Unidades Básica de Saúde. O Telessaúde Brasil Redes passou, em novembro, a integrar o Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (UBS), lançado este ano pelo governo federal e que está ampliando e qualificando as UBS em todo o país, além da construção de novas unidades.

VANTAGENS –Nas localidades onde o Telessaúde Brasil já foi implantado, as teleconsultorias e as segundas opiniões formativas (discussão de casos clínicos com outros profissionais) evitaram o encaminhamento dos pacientes para atendimento em outro serviço de saúde em 70% a 80% dos casos. Isso tem um relevante impacto financeiro, além de ampliar o acesso e melhorar a resolubilidade da atenção à saúde prestada à população.

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ministério amplia em R$ 1,7 mi repasse contra dengue em MS


Os municípios de Mato Grosso do Sul receberão um incentivo R$ 1,7 milhão para ampliar as ações contra a dengue em sua região. Para garantir os recursos, os gestores devem apresentar um plano de contingência ao Ministério da Saúde até 15 de dezembro. São metas como a manutenção do número adequado de agentes de controle de endemias para uma maior cobertura das visitas domiciliares, realização do LIRAa (levantamento da infestação de larvas do mosquito), além de adequar a rede de atenção primária para atender os casos na sua área de abrangência.

Em todo o país, serão investidos R$ 90 milhões. O incentivo equivale a 20% a mais do Piso Fixo de Vigilância e Promoção à Saúde. A estratégia foi anunciadapelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no último mês.

(Confira lista de municípios do estado abaixo, além de portaria e lista nacional no link)

Ao todo, 989 municípios deverão receber os recursos. As ações devem ser aprovadas na Comissão Intergestores Bipartite dos estados (onde municípios e o Estado entram em acordo sobre atuação regional). No país, mais de 100 milhões de pessoas serão beneficiadas com as medidas.

São diversas metas que os municípios precisam cumprir como: garantir quantitativo adequado de agentes de controle de endemias; garantia de cobertura das visitas domiciliares pelos agentes; a adoção de mecanismos para a melhoria do trabalho de campo; realização do LIRA (Levantamento Rápido de Infestação por Aedes Aegypti)   com ampla divulgação nos veículos de comunicação locais; notificação dos casos graves suspeitos de dengue, entre outras.

“Hoje contamos com cerca de 90 mil agentes de vigilância em saúde no país e os municípios devem qualificar o trabalho desses agentes. Para isso, existem várias formas, como oferecer alguns incentivos e aumentar a fiscalização”, ressalta o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

Apoio técnico - As secretarias municipais e estaduais de Saúde devem prestar apoio técnico no acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações para prevenção e controle da dengue. Também devem cumprir as ações estabelecidas no Plano Municipal de Saúde.

O Ministério da Saúde irá analisar os planos de contingência e os termos de compromisso, emitindo parecer técnico e propondo adequações, quando necessário.   O Ministério da Saúde já vem desenvolvendo uma série de atividades para garantir a adesão dos municípios, como, por exemplo, o envio de correspondência às cidades selecionadas; realização de vídeo conferência com as secretarias estaduais para esclarecer dúvidas com relação aos planos de contingência; reuniões com dirigentes estaduais de vigilância em saúde, entre outras.

Fonte: Ministério da Saúde

Campo Grande reduz 41% índices de acidentes fatais


Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, estava entre as cidades brasileiras com o maior número de acidentes fatais de trânsito do País. Com o apoio dos Ministérios da Saúde e da Cidades, essa realidade mudou. Graças ao Projeto Vidas No Trânsito, mesmo com um aumento de 9% da frota de automóveis, houve uma redução de 41% no número de acidentes fatais  e graves. 

A secretária-adjunta de Saúde de Campo Grande, Ana Lúcia de Oliveira, explica que a receita do sucesso está na conscientização das pessoas junto às melhorias nas rodovias e na sinalização. "Nós trabalhamos muito nessa sensibilização, porque diversas pessoas perderam seus parentes, já sofreram acidentes e o principal as sequelas dessas pessoas que sobreviveram, diversos cadeirantes, pessoas imobilizadas, pessoas que eram arrimo de família e a partir daí elas deixam de ser. E também estamos mudando os sinalizadores, deixando de ser por luz que as pessoas reclamam que, às vezes, pode estar escondida atrás da árvore para ser por led."

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, projetos como esse são fundamentais no combate a violência no transito. "Projetos como esse de Campo Grande mostram que quando a Polícia Militar, governos estaduais fazem ações de fiscalização e orientação é possível reduzir o número de acidentes, por isso que o Ministério da Saúde tem defendido pros governos estaduais e Polícia Militar possam apertar a fiscalização da Lei Seca. Se beber não pode dirigir." Com o reforço nas ações, a meta de Campo Grande é reduzir a taxa de acidentes fatais  e graves para 6%.

Fonte: Ministério da Saúde

Entrevista de Vander ao Boca do Povo da Rádio Difusora Pantanal



Entrevista de Vander ao Boca do Povo da Rádio Difusora Pantanal. 


Fonte: Site Vander13

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

FNS repassa R$ 2,9 milhões para o Mato Grosso do Sul


O Ministério da Saúde repassou quase R$ 2,9 milhões para o Mato Grosso do Sul, no período de 20 a 31 de outubro, por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS). A maior parte do recurso – R$ 1,6 milhão – foi destinada ao bloco da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC), que responde pelo custeio de procedimentos como transplantes, quimioterapia, terapia renal substitutiva, entre outros. Deste montante, R$ 25,7 mil foram transferidos ao Fundo Estadual de Saúde.

Pelo bloco da Assistência Farmacêutica, o repasse foi de pouco mais de R$ 1 milhão – verba também destinada ao Fundo Estadual de Saúde para a aquisição de medicamentos excepcionais usados no tratamento de doenças crônicas e raras. Estes remédios são, geralmente, de uso contínuo e de alto custo. São usados no tratamento de doenças como a de Gaucher (de origem genética).

Já o bloco Investimento contemplou o estado do Mato Grosso do Sul com R$ 304 mil para a aquisição de equipamentos e material permanente, dentro da estratégia de estruturação de serviços de hematologia e hemoterapia.

Ao todo, o valor relativo à Campo Grande foi de R$ 2,7 milhões, cuja metade foi transferida ao Fundo Estadual. Mais R$ 1,3 milhão foi transferido à capital via bloco MAC, destinados especificamente para cirurgias, transplantes de órgãos, tecidos e células, tratamentos odontológicos e em oncologia.

Desde o início do ano, o Mato Grosso do Sul já recebeu mais de R$ 530,5 milhões, distribuídos entre os seis grandes blocos de repasses: Atenção Básica (R$ 131 milhões); MAC (R$ 340,7 milhões); Vigilância em Saúde (R$ 18,9 milhões); Assistência Farmacêutica (R$ 26,8 milhões); Gestão do SUS (R$ 3,3 milhões); e Investimento (R$ 9,8 milhões).

A transferência Fundo a Fundo consiste no repasse de valores, regular e automático, diretamente do FNS para os estados e municípios. Acompanhe aqui o repasse Fundo a Fundo para o seu município.  

Fonte: Ministério da Saúde

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ministro anuncia implantação de 34 academias da saúde em MS


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou os municípios que serão contemplados pelo Programa Academia da Saúde, que estimulam a criação de espaços adequados para a prática de atividades físicas e lazer. Em todo o Brasil, foram selecionados 2 mil polos que serão instalados em 1.828 municípios. Para Mato Grosso do Sul, serão destinadas 34 unidades, em 30 municípios. O anúncio foi realizado durante a 11ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi).De acordo com o estudo Vigitel 2010, 16,4% dos brasileiros são sedentários e apenas 15% dos adultos são ativos no tempo livre.

“As Academias da Saúde são mais do que espaços públicos de lazer: trata-se de meios de acesso às práticas corporais pela maioria da população, com impacto direto na qualidade de vida e na saúde das pessoas”, ressalta o ministro. Padilha observa que a construção desses espaços é uma das estratégias do governo federal para a promoção da saúde, prevenção de enfermidades e redução de mortes prematuras por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – medidas previstas no Plano de Ações Estratégicas para Enfretamento das DCNT. Lançado em agosto, tem como meta a redução de 2% ao ano das mortes prematuras por essas doenças. O objetivo é alcançar melhorias em indicadores relacionados ao tabagismo, álcool, sedentarismo, à alimentação inadequada e obesidade.

Os polos do Programa Academia da Saúde são espaços públicos construídos para a prática de atividade física. As atividades devem estar ligadas aos serviços de atenção básica. Lançada no último mês de abril, a estratégia Academia da Saúde estimula a criação de espaços adequados para a prática de atividades físicas e lazer, a exemplo de iniciativas bem sucedidas realizadas em cidades como Aracaju, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Vitória.  Os secretários de saúde destes municípios receberam, durante a Expoepi, uma homenagem do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

SEDENTARISMO E OBESIDADE– De acordo com o estudo Vigitel 2010, 16,4% dos brasileiros são sedentários; ou seja, pessoas que não fazem nenhuma atividade física no tempo livre, nem mesmo nos deslocamentos diários ou em atividades como a limpeza da casa ou outros tipos de trabalho. A pesquisa também mostra que, nos períodos de lazer, 25,8% dos brasileiros passam três ou mais horas em frente à TV, durante cinco ou mais vezes por semana. Além disso, apenas 15% dos adultos são ativos no tempo livre, com maior proporção entre homens (18,5%) na comparação com as mulheres (12%) e existe diferença importante em relaçao a escolaridade, 12% da populaçao com menos escolaridade é ativa e 20% da populaçao com 12 anos ou mai s de escolaridade é ativa, mostrando a importancia de investir em espaços que promovam atividade física para ampliar o acesso da populaçcoa de baixa renda.  A Organização Mundial de Saúde recomenda a prática de 30 minutos de atividade física, durante cinco ou mais dias por semana.

Outro indicador preocupante se refere ao sobrepeso e à obesidade. O Vigitel 2010 mostra que 48% dos brasileiros estão acima do peso e, desses, 15% são obesos. “A obesidade é, em geral, consequência de alimentação inadequada e inatividade física, o que pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes, por exemplo”, alerta Deborah Malta.

SAÚDE BRASIL – Durante a Expoepi, como ocorre em todos os anos, são lançadas publicações relacionados ao segmento. Um dos destaques é a edição 2010 do Saúde Brasil –  uma análise geral da situação de saúde do brasileiro, desde o nascimento até a morte. A obra, produzida pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, apresenta indicadores demográficos e epidemiológicos e demonstra tendências que poderão subsidiar a definição de novas ações estratégicas e políticas públicas de saúde.

A EXPOSIÇÃO– A Expoepi é promovida pela SVS do Ministério da Saúde, com o objetivo de dar visibilidade às ações de Vigilância em Saúde e discutir aspectos relevantes para o aprimoramento da área. O encontro mobiliza trabalhadores do SUS de todas as regiões e estados. Este ano, está prevista a participação de 2,5 mil  profissionais de saúde da rede pública.

A participação ativa de representantes e trabalhadores do SUS no encontro reflete a incorporação crescente da epidemiologia no planejamento, na análise e na reorientação das ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos em saúde pública. Além disso, reafirma a valorização dos profissionais empenhados em monitorar e promover a saúde, prevenir doenças e agravos e melhorar a qualidade de vida da população brasileira.

Durante a Expoepi serão premiadas produções técnico-científicas de profissionais da rede pública que contribuíram para o aprimoramento das ações de Vigilância em Saúde por meio de trabalhos de pós-graduação. Os vencedores recebem prêmios de R$ 3 mil (especialização), R$ 6 mil (mestrado) e R$ 9 mil reais (doutorado). Ao todo serão premiados três trabalhos, um em cada categoria de pós-graduação, no valor total de R$ 18 mil.

Confira lista municípios beneficiados 
UF
MUNICÍPIO
Qtde_polos
MS
Amambaí
1
MS
Antônio João
1
MS
Aparecida Do Taboado
1
MS
Aral Moreira
1
MS
Bataguassu
1
MS
Bataypora
3
MS
Campo Grande
1
MS
Cassilandia
1
MS
Chapadao Do Sul
1
MS
Coronel Sapucaia
2
MS
Corumbá
1
MS
Dois Irmãos Do Buriti
1
MS
Douradina
2
MS
Dourados
1
MS
Gloria De Dourados
1
MS
Iguatemi
1
MS
Inocencia
1
MS
Ivinhema
1
MS
Japorã
1
MS
Juti
1
MS
Miranda
1
MS
Nioaque
1
MS
Nova Alvorada Do Sul
1
MS
Nova Andradina
1
MS
Novo Horizonte Do Sul
1
MS
Paranhos
1
MS
Ponta Porã
1
MS
Porto Murtinho
1
MS
Rio Brilhante
1
MS
Tacuru
1




Fonte: Ministério de Saúde