sexta-feira, 29 de junho de 2012

Eletrosul lança edital para patrocínio social em 2013


A Eletrosul Centrais Elétricas lança, nesta segunda-feira (2), chamada pública para inscrição de projetos sociais para seleção ao patrocínio em 2013. De acordo com a empresa, cerca de R$ 1 milhão serão investidos em projetos alinhados às diretrizes da Política de Investimento Social, com foco nas áreas de educação complementar, qualificação profissional, geração de trabalho e renda e conservação do meio ambiente.

As inscrições ficam abertas até o dia 31 de agosto e devem ser feitas na página eletrônica da Eletrosul, por pessoas jurídicas, sem fins lucrativos, e pessoas de direito público da administração indireta. Os projetos devem ter orçamento máximo de R$ 50 mil e proposta de atuar em municípios de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Rondônia, nos quais a Eletrosul mantém instalações. 

A seleção dos projetos será feita entre os meses de setembro e dezembro. A data prevista para publicação dos resultados é 2 de janeiro de 2013. 

Fonte: Eletrosul

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Recursos do PAC vão ajudar a reduzir favelas no Estado do Mato Grosso do Sul


As propostas encaminhadas pelo governo estadual contam com parcerias das Prefeituras, que doarão terrenos para a construção das moradias nos casos em que for preciso remover famílias do atual local onde moram. Em projetos onde a habitação é precária, mas a localidade comporta melhorias, a construção da nova casa vai ser feita no próprio lote do beneficiário. Nas duas situações está ainda prevista a implantação de infraestrutura para oferecer condições de salubridade, a construção de prédios de uso coletivo - dos tipos creche, academia ao ar livre e centro comunitário.

A Sanesul também entra na parceria, garantindo a infraestrutura de abastecimento de água. Segundo o diretor-técnico da empresa, Vitor Yazbek Filho, os projetos já estão prontos. De acordo com o secretário Carlos Marun, a parte que se refere diretamente à habitabilidade tem financiamento e segue as regras do Programa Minha Casa Minha Vida, inclusive quanto ao padrão das casas, de cerca de 36 metros quadrados. A parte de infraestrutura conta com recursos do Orçamento Geral da União. 

Benefícios em cada município – projetos do Estado

Anastácio – Construção de 759 unidades habitacionais, das quais 347 serão destinadas ao reassentamento de famílias que moram em favelas e áreas de risco. Os recursos também servirão para edificação de três espaços comunitários de múltiplo uso, para realização de trabalho técnico social, pavimentação e drenagem nos bairros Tarumã, Glândio Xavier, Mauran e Jardim Bandeirantes.

Aquidauana – O município será beneficiado com habitação e drenagem e pavimentação de vias urbanas. Os recursos serão destinados para construção de 380 unidades habitacionais, sendo 126 moradias para reassentamento de famílias que vivem em barracos e situação de risco. Também serão construídos dois espaços comunitários de múltiplo uso, creche, recuperação de área degradada, trabalho técnico social, drenagem e pavimentação. Os bairros beneficiados são Arara Azul, São Francisco e Jardim Aeroporto, Guanandy, Vila Paraíso, Vila Trindade, Nova Aquidauana, Bairro Alto e Santa Terezinha.

Coronel Sapucaia – Serão construídas 53 unidades habitacionais, para reassentamento de famílias que moram às margens do córrego Nhu Verá. Os beneficiários serão transferidos para moradias em novo loteamento que será construído, e que levará o mesmo nome do córrego. Além de obra de recuperação de área degradada, será ainda feito trabalho técnico social, drenagem e pavimentação no bairro Nhu Verá.

Iguatemi – No município serão construídas 106 unidades habitacionais destinadas ao reassentamento de famílias do loteamento Elida Lopes Nogueira. Também haverá realização de trabalho técnico social; recuperação de área degradada, pavimentação e drenagem.

Ivinhema – O projeto inclui 189 unidades habitacionais, das quais 30 serão destinadas ao reassentamento de famílias, construção de um Centro de Múltiplo Uso, trabalho técnico social; regularização fundiária de 150 lotes, pavimentação e drenagem. Áreas de intervenção no município: Triguena; Guiray; Vitória; Piraveve e Itaporã, além do Distrito de Amandina.

Sete Quedas – Os recursos do PAC serão investidos na construção de 284 unidades habitacionais, sendo 117 para o reassentamento de famílias, construção de dois espaços comunitários de múltiplo uso; trabalho técnico social com as famílias na área de educação ambiental e sociocomunitária, medidas de inclusão no mercado de trabalho. Os investimentos vão proporcionar a regularização fundiária de 36 famílias, recuperação de área degradada, pavimentação e drenagem no loteamento Faixão, bairros Nossa Senhora de Fátima, Vila das Marias e Parque das Roseiras.

Fonte: Ministério das Cidades

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Vereadora propõe Programa de Geração de Emprego e Renda para Mulher Vítima de Violência Doméstica


Com objetivo de fortalecer a mulher vítima de violência doméstica através de sua autonomia pessoal e econômica a vereadora Thais Helena protocolou na Câmara Municipal de Campo Grande projeto de lei para criação do Programa de Geração de Emprego e Renda para Mulher Vítima de Violência Doméstica na Capital.

O programa deverá atender as mulheres vítimas de violência doméstica das seguintes formas, com até 10% das vagas para cursos de capacitação e qualificação profissional sob administração do poder público municipal ou de instituições de treinamento conveniadas, com até 10% dos encaminhamentos mensais para as vagas de empregos formais, com assistência direta, através de consultorias especializadas conveniadas, na montagem de micro negócios. 

De acordo com o texto do projeto de lei, toda mulher tem direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas às oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social. É o que disciplina a Lei 11.340/2006 (Maria da Penha) e a nossa Carta Magna em seu artigo 3º.

“Mesmo com todas as melhorias legais no tocante a proteção às mulheres vitima de violência doméstica, alcançada pela Lei “Maria da Penha”, é preciso criar políticas públicas para que parte de sua eficácia não reste prejudicada. Isso porque, no combate a violência contra a mulher, o atendimento as vitimas, capaz de garantir sua reinserção social, não se esgota no atendimento emergencial que lhe garante os cuidados de saúde, psicológico, jurídico e Casa Abrigo”, declara a vereadora.

Segundo Thais Helena é de suma importância que a mulher vítima de violência doméstica conquiste sua inserção ou reinserção no mercado de trabalho, o que lhe permitirá obter autonomia. Para fins de aplicação dessa Lei, o conceito de Violência Doméstica será adotado nos termos da Lei 11340/2006, a Lei Maria da Penha.

Fonte: Câmara de Campo Grande

Agora é lei projeto de autoria da vereadora Thais Helena para fornecimento gratuito de bloqueador solar


Proposto em maio de 2011 o projeto de lei de autoria da vereadora Thais Helena que prevê o fornecimento gratuito de bloqueador solar a pessoas carentes, vítimas de queimaduras, portadoras de lúpus eritematoso, câncer de pele, vitiligo e albinismo, foi promulgado pela Câmara Municipal de Campo Grande e agora é lei.

De acordo com a presente Lei nº 5.074/12 está autorizado ao Poder Executivo do município de Campo Grande o fornecimento gratuito de bloqueador solar somente para as pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos e mediante apresentação de prescrição médica.

Para Thais Helena as pessoas que sofreram queimaduras, as portadoras de câncer de pele, de lúpus eritematoso, vitiligo e albinismo necessitam ser especialmente assistidas para que possam desenvolver regularmente suas atividades, sem que a exposição ao sol reduza a capacidade de viver de maneira digna.

“Praticamente toda a população brasileira esta exposta ao sol durante quase o ano inteiro. Os riscos são enormes, especialmente para aqueles cuja exposição representa uma ameaça constante. Os altos preços praticados na comercialização do protetor solar impedem sua aquisição pela grande maioria dos brasileiros. Tenho a certeza de que essa Lei contribuirá para garantir a qualidade de vida de pessoas vulneráveis à exposição solar intervindo nos fatores que as colocam em risco”, destacou a vereadora.

Fonte: Jornal A Crítica de Campo Grande

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ministério da Justiça vai investir R$ 6 milhões para projetos de ressocialização de presos


O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça vai repassar R$ 6 milhões a 20 estados para financiar e dar apoio técnico a projetos de trabalho e geração de renda para ressocializar presos.

Inicialmente, serão implantadas oficinas de artefatos de concreto, blocos e tijolos ecológicos, padaria e panificação e corte e costura industrial. As Unidades Federativas deverão apresentar as propostas até 1º de julho.

Poderão apresentar propostas de Projetos de Capacitação Profissional e Implantação de Oficinas Permanentes (Procaps) o Distrito Federal, Paraíba, Santa Catarina, Tocantins, Amapá, Rondônia, Maranhão, Rio Grande do Sul, Piauí, Roraima, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Paraná, Bahia, Ceará, Alagoas e Acre.

Das 26 unidades da federação que enviaram os dados, 20 cumpriram as demais etapas definidas pelo Depen e foram habilitadas a participar da elaboração dos pré-projetos, que se iniciou em 15 de maio de 2012.

A previsão é de que, pelo menos 50 estabelecimentos penais sejam aparelhados e beneficiados com cursos de capacitação profissional no País. Os recursos serão repassados até o final de 2012. Os sete estados restantes serão contemplados no 2º ciclo de financiamento, que será realizado em 2013.

Fonte: Ministério da Justiça

Vereadora atende pedido de melhorias para os bairros Serra Azul e Tarumã


Atendendo aos pedidos de melhorias nos bairros solicitados por moradores, a vereadora Thais Helena apresentou na Câmara Municipal de Campo Grande indicações de limpeza de terrenos e implantação de redutor de velocidade.

A vereadora solicita a AGETRAN implantação de “quebra molas” na Rua Verde Louro com a Rua Paulicéia no Bairro Jardim Tarumã. O pedido foi solicitado pelo morador Dionário Vieira, segundo ele este cruzamento tem grande concentração de tráfego de veículos.

“Muitos motoristas e motociclistas não respeitam a sinalizam e circulam em alta velocidade, colocando em constante perigo e risco de acidentes famílias e crianças”, relata o morador.

Para a Secretaria de Controle Urbanístico (SEMUR) a parlamentar solicita limpeza de terrenos baldios localizado no bairro Serra Azul. O pedido foi feito pelo morador Mário Pinto, Presidente da Associação de Moradores do bairro, que solicitou a limpeza em dos terrenos, um localizado na Rua Lucia Martins Coelho esquina com a Avenida Dr. Gunter Hans, e outro na Rua Rio Brilhante esquina com a Rua Alvilândia.

“A falta de manutenção nesses terrenos expõe os moradores a doenças transmitidas por mosquitos e animais peçonhentos, além da sujeira e mato alto que pode servir de esconderijo para marginais”, declara Mário.

Fonte: Jornal Eletrônico do Mato Grosso do Sul

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Saúde destina R$ 41,19 mi para Rede Cegonha no MS


O estado do Mato Grosso do Sul receberá R$ 41,19 milhões para as ações previstas na Estratégia Rede Cegonha. O valor é destinado ao custeio de cinco Centros de Parto Normal e cinco Casas da Gestante, Bebê e Puérpera, além da ampliação, habilitação ou qualificação de 285 leitos. Lançada no ano passado, a estratégia fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança.

Do total de recursos, R$ 11,5 milhões, que são referentes ao mês de maio, já estão sendo repassados. “Este montante vai permitir que o estado qualifique e amplie a rede de assistência à mulher e ao bebê”, destaca a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher, Esther Vilela.

A portarianº1.268publicada no Diário Oficial da União, aprova a primeira etapa do plano de ação da Rede Cegonha em municípios que compõem as regiões prioritárias do Mato Grosso do Sul. São eles: Campo Grande (R$ 25,72 milhões), Corumbá (R$ 3,96 milhões), Dourados (R$ 9,08 milhões), Nova Andradina (R$ 3,90 milhões) e Três Lagoas (R$ 2,48 milhões). “O plano define os primeiros passos para a implantação da Rede Cegonha no estado e tem a participação ativa do Governo Federal, estados e municípios”, explica a coordenadora.

Serão ampliados ou habilitados 48 leitos de Gestação de Alto Risco, 33 leitos de UTI Neonatal tipo II, 45 leitos de UCI Neonatal e 32 leitos Canguru. Também serão qualificados 26 leitos de Gestação de Alto Risco; oito leitos de UTI Adulto tipo II; 13 leitos de UTI Adulto tipo III; 24 leitos de UTI Neonatal tipo II; sete leitos de UTI Neonatal tipo III; e 49 leitos de UCI Neonatal. A portaria autoriza a transferência de recursos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos de saúde do Estado e municípios da Rede de Assistência.

As ações previstas na estratégia Rede Cegonha visam qualificar, até 2014, toda a rede de assistência, ampliando e melhorando as condições para que as gestantes possam dar à luz e cuidar de seus bebês de forma segura e humanizada. “Temos que construir um ambiente acolhedor para que a mulher se sinta mais segura nesse momento e, para isso, é necessário a qualificação do espaço físico e a mudança das práticas”, enfatiza Esther Vilela.

Fonte: Ministério da Saúde

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Petista quer congratulações para a Associação Corumbaense das Pessoas com Doenças Falciformes


O deputado Paulo Duarte (PT) encaminhou, no último dia 20 de junho, à mesa diretora da Assembleia Legislativa um pedido de congratulações para a Associação Corumbaense das Pessoas com Doenças Falciformes (ACODFAL), pelo auxílio prestado ás famílias e aos pacientes portadores dessa doença.

A ACODFAL foi criada há um ano com o objetivo de auxiliar famílias e pacientes com a doença falciforme. Por meio de parcerias com instituições públicas e privadas a entidade busca atendimento humanizado e qualificado na área de saúde e assistência social para as pessoas portadoras dessa doença.

Atualmente, Corumbá conta com um centro de atendimento médico e odontológico, assistência farmacêutica e laboratorial. A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil e se caracteriza pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue (hemáceas). As células alteradas tomam forma de foice e não circulam facilmente pelos vasos sanguíneos, provocando outras alterações no organismo.

A doença falciforme geralmente se manifesta a partir dos três meses de idade, mas pode ser diagnosticada na primeira semana de vida da criança por meio da triagem neonatal, mais conhecida como o Teste do Pezinho. Os sintomas podem variar e vão desde anemia crônica, causada pela rápida destruição dos glóbulos vermelhos, até icterícia, quando a pele fica amarelada; e a chamada Síndrome Pé-Mão, quando se observa um inchaço doloroso na região dos punhos e tornozelos. As crises dolorosas, principalmente nos ossos, músculos e articulações, são mais frequentes até os dois anos de idade.

O tratamento para a Doença Falciforme tem como principal foco a prevenção das situações que podem modificar a forma das hemáceas como a rapidez no tratamento de infecções e manutenção do calendário das vacinas. Evitar desidratação e atividades físicas intensas também contribuem para prevenir a doença.

De acordo com especialistas a manifestação mais frequente da doença é a anemia falciforme e os pacientes devem ter acompanhamento médico e também de uma equipe multidisciplinar, evidenciando, sempre, os cuidados especiais.

Dados do Ministério da Saúde, 3.500 crianças nascem com a doença todos os anos e cerca de 200 mil pessoas apresentam o traço falciforme. Isso significa que essas pessoas possuem apenas um gene da doença e não desenvolvem os sintomas. Hematologistas explicam que a doença é mais comum na população afrodescendente, mas, como há muita miscigenação racial no Brasil, pode ocorrer em qualquer etnia.

Devido à alta incidência de casos (600 mil/ano em todo o mundo), a Organização das Nações Unidas declarou o dia 19 de junho como a data para que o alerta sobre essa patologia ficasse mais evidente.

As pessoas que tiverem interesse em conhecer o trabalho da ACODFAL poderão entrar em contato pelos seguintes endereços eletrônicos: acodfal@yahoo.com.br ou igualdaderacialcorumba@gmail.com. Os telefones de contato são: (67) 9277-0881 ou (67) 9105-5795. A página da associação na internet é www.acodfal.blogspot.com .

Fonte: Site do deputado Paulo Duarte

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Comitê se reúne para promover mais saúde nas aldeias indígenas


A redução da mortalidade infantil e materna na população indígena aldeada em todo o Brasil foi o tema da primeira reunião do Comitê de Gestão Integrada das Ações de Atenção à Saúde e Segurança Alimentar dos Povos Indígenas, realizado nesta quinta-feira (21). Sob a coordenação da Casa Civil, o comitê conta com a integração de esforços e ações de diversos órgãos. Além do Ministério da Saúde, participam os Ministérios da Justiça (FUNAI), do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Desenvolvimento Agrário e da Defesa (Exército e Aeronáutica).

Durante o encontro em Brasília, o Ministério da Saúde apresentou balanço das ações realizadas no projeto-piloto nos distritos sanitários especiais indígenas (DSEIs) Alto Rio Purus e Alto Rio Juruá, ambos no Acre. O objetivo é prevenir óbitos maternos e infantis e fortalecer as ações de atenção básica à saúde indígena em todo o Brasil. A ação se estenderá  a 16 DSEIs.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os resultados de atendimentos alcançados nesta fase piloto superam mais de 85% da população indígena prevista para esta etapa.  “Para as próximas atividades, vamos melhorar a articulação entre as outras referências do SUS, como hospitais de média e alta complexidade, dos estados e municípios”, afirmou.

O secretário Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde, Antônio Alves de Souza, ressaltou que o plano de ação fortalece os atendimentos já realizados em área indígena. Ele explicou que, com a criação do comitê, a Secretaria Especial de Saúde Indígena passou a acompanhar e disponibilizar na internet (www.saude.gov.br/sesai) o cronograma de entrada das equipes multidisciplinares de saúde em área indígena. “É uma forma transparente de realizar o monitoramento a longa distância.”

Balanço - Nesta primeira etapa, foram contemplados os DSEIs de Alto Rio Juruá e Alto Rio Purus.  A meta era alcançar a cobertura de 46% e 43% da população indígena, respectivamente, totalizando 9 mil índios.  Porém, a cobertura superou a meta: 87% no Alto Rio Juruá e  84% no  Alto Rio Purus. Foram 2.379 atendimentos médicos, 2.201 atendimentos de enfermagem e 1.050 atendimentos odontológicos. Também foram realizadas 14 remoções de emergência, e outros 144 encaminhamentos para serviços de referência. A segunda etapa da ação será na primeira quinzena de julho nos DSEIs Altamira (PA), Vale do Javari (AM), Alto Rio Solimões (AM) e Xavante (MT).

DISTRITOS PRIORITÁRIOS – Os 16 DSEIs selecionados para o Plano de Ação Imediata são: Yanomâmi (RR e AM), Mato Grosso do Sul (MS), Xavante (MT), Interior Sul (SP, PR, SC e RS), Tocantins (TO), Alto Rio Negro (AM), Maranhão (MA), Leste Roraima (RR), Alto Rio Solimões (AM), Alto Rio Juruá (AC), Alto Rio Purus (AC, AM, RO), Vale do Javari (AM), Altamira (PA), Kaiapó do Mato Grosso (MT), Médio Rio Purus (AM), Médio Rio Solimões e Afluentes (AM). Os demais 18 DSEI também estão assegurando a entrada em área das suas equipes e farão parte do Plano de reestruturação do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena.

Fonte: Ministério da Saúde

PAC 2: Geologia e Mineração


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na produção de informações geológicas do território brasileiro, incluindo a Plataforma Continental Jurídica e áreas oceânicas adjacentes, e ampliar o conhecimento sobre os recursos minerais para estimular investimentos na pesquisa e produção de bens minerais. Gerar informações geológicas como subsídios a estudos de ordenamento e gestão territorial, identificando áreas suscetíveis a deslizamentos de encostas e enchentes, de forma a auxiliar na prevenção de riscos naturais.

Veja a lista de empreendimentos: 



Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Petróleo e Gás Natural


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na ampliação da produção de petróleo e gás natural do país, promover pesquisas exploratórias, perfuração de poços, construção de plataformas e desenvolvimento da produção. A prioridade é consolidar as atividades existentes e desenvolver as descobertas no Pré-sal, explorando as reservas e ampliando a produção. Pretende ainda estruturar a cadeia produtiva da indústria do petróleo: indústrias naval, mecânica, metalúrgica, siderúrgica, química e de engenharia de precisão, entre outras.

Veja a lista de empreendimentos: 



Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Combustíveis Renováveis


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na ampliação da participação dos combustíveis renováveis na matriz energética brasileira, com a construção de novas plantas de biodiesel e etanol e criar a infraestrutura necessária para o escoamento da produção do etanol. Pretende ainda ampliar a liderança do Brasil como fornecedor mundial de etanol e consolidar o mercado interno de biodiesel com alternativas competitivas em relação à soja.

Veja a lista de empreendimentos: 

Hidrovia Tietê - Paraná
Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Transmissão de Energia Elétrica


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo em grandes interligações pelo país – 22.765 quilômetros de linhas de transmissão - para dar maior segurança e confiabilidade ao suprimento de energia elétrica. Investir também na conclusão da interligação dos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional –  e garantir o escoamento da energia dos grandes projetos hidrelétricos como Belo Monte, Tapajós e Teles Pires. Prevê também a implementação de reforços em pontos do Sistema de Interligação Nacional para possibilitar maior escoamento de energia e atendimento ao incremento natural do sistema, além de atender à expansão da demanda nas cinco regiões do país.

Veja a lista de empreendimentos: 



Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Geração de Energia Elétrica


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.

Veja a lista de empreendimentos: 



Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Equipamentos para Estradas Vicinais


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo em máquinas e equipamentos para municípios melhorarem a infraestrutura e recuperarem estradas vicinais para escoamento da produção e circulação de bens em municípios com até 50 mil habitantes.

Veja a lista de empreendimentos: 

Equipamentos para Recuperação de Estradas Vicinais - OGU - 1a. seleção - MS

Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Hidrovias


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na ampliação e melhorar a navegabilidade dos rios brasileiros para diminuir o custo de frete, aumentar segurança e planejar o crescimento da navegação pelos rios do país. 

Veja a lista de empreendimentos: 



Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2 Ferrovias


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na expansão da malha ferroviária para permitir a ligação a áreas de produção agrícola e mineral a portos, indústrias e mercado consumidor. Para isso, o governo quer a revisão do modelo regulatório, para criar um ambiente mais competitivo no transporte de cargas, incentivar a utilização da capacidade da infraestrutura ferroviária e estimular novos investimentos. Quer ainda garantir carteira de projetos para ampliar e melhorar a utilização da malha, integrando-a aos demais modais de transporte (rodovias e hidrovias). 

Veja a lista de empreendimentos: 



Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Rodovias


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo na expansão do sistema rodoviário brasileiro, sua manutenção, segurança rodoviária, estudos e projetos. A expansão do sistema prevê obras em duplicação, pavimentação, acesso a portos, contornos e travessias urbanas, para a eliminação de pontos de estrangulamento em eixos estratégicos, além do desenvolvimento de novas regiões, ampliação da integração física nacional aos países vizinhos e redução do custo do transporte. A melhoria da qualidade e tráfego nas rodovias, para reduzir o índice de acidentes, a garantia de carteira de projetos para investimentos no setor com previsão de integração a outros modais (ferrovias e hidrovias) e concessão de rodovias com grande volume de tráfego também são objetivos desse setor do eixo Transportes.

Veja a lista de empreendimentos: 


Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br

PAC 2: Recursos Hídricos


O Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), está investindo no abastecimento de água, irrigação (implantação, recuperação e transferência), estudos e projetos, e revitalização (esgotamento sanitário e controle de processos erosivos) para ampliar a infraestrutura de abastecimento de água, garantindo o acesso à água e o desenvolvimento sustentável no Nordeste Setentrional e demais regiões onde a escassez da água limita a qualidade de vida e a atividade econômica. Também prevê o desenvolvimento da agricultura irrigada, incorporando novas áreas de produção, revitalizar bacias, recuperar as margens e promover o desassoreamento dos rios (melhorando os indicadores de saúde).

Veja a lista de empreendimentos: 

Sobre o PAC

Criado em 2007, no segundo mandato do presidente Lula (2007-2010), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e execução de grandes obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética do país, contribuindo para o seu desenvolvimento acelerado e sustentável.

Pensado como um plano estratégico de resgate do planejamento e de retomada dos investimentos em setores estruturantes do país, o PAC contribuiu de maneira decisiva para o aumento da oferta de empregos e na geração de renda, e elevou o investimento público e privado em obras fundamentais.

Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros (de 1,62% do PIB em 2006 para 3,27% em 2010) e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período.

Teve importância fundamental para o país durante a grave crise financeira mundial entre 2008 e 2009, garantindo emprego e renda aos brasileiros, o que por sua vez garantiu a continuidade do consumo de bens e serviços, mantendo ativa a economia e aliviando os efeitos da crise sobre as empresas nacionais.

Em 2011, o PAC entrou na sua segunda fase, com o mesmo pensamento estratégico, aprimorados pelos anos de experiência da fase anterior, mais recursos e mais parcerias com estados e municípios, para a execução de obras estruturantes que possam melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

Fonte:  http://www.pac.gov.br