Duas comunidades tradicionais rurais procuraram o deputado Laerte Tetila (PT) para solicitar que ele busque junto ao Governo do Estado a solução para problemas que atrapalham o desenvolvimento das famílias que dependem do campo para sobreviver.
De Dourados, os remanescentes quilombolas da comunidade Desidério Felipe de Oliveira, do Distrito de Picadinha, levaram à Tetila a preocupação pela falta de água para cultivo de hortas e lavouras, mas, principalmente para suas necessidades diárias, como alimentação e higiene.
Os líderes da comunidade disseram que já existe um projeto para atender a demanda, porém, que ele não foi colocado em prática. Tetila pediu celeridade do repasse de recursos financeiros, provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1), no valor de R$ 163.043,97, que servirá para levar água potável aos quilombolas.
?Se já existe o recurso, é obrigação dos seus gestores que desburocratizem o processo e tornem sua aplicação mais dinâmica. Já encaminhamos para a prefeitura e para o Governo do Estado, a solicitação para que haja rapidez no atendimento dessa demanda?, explicou Tetila.
Enquanto a água potável não chega, as famílias utilizam água de poços caseiros ou de minas d?água, cuja ingestão, inclusive, foi reprovada pela Funasa, por conta de contaminação.
Maracaju
Em Maracaju, quem procurou o deputado Laerte Tetila foram os indígenas da Aldeia Sucuri´y, solicitando o fornecimento de sementes de verduras e legumes, mangueiras e esguichos, além de ferramentas apropriadas para implantação e implementação de uma horta comunitária no local onde vivem.
O objetivo é atender as necessidades alimentares da referida comunidade, conforme solicitação da Associação de Moradores. Sem ter onde pescar e caçar e sem ferramentas apropriadas e qualificação técnica para operar máquinas modernas de agricultura, os indígenas dependem, em muitos casos, da cesta de alimentos que é doada por Governos. Com a horta eles querem reforçar a alimentação da comunidade e, quem sabe, diminuir a dependência do Estado.
Lideranças da comunidade disse que se conseguirem os insulmos e sementes, produzirão alface, cebolinha, salsa, repolho, tomate, beterraba, pimentão, cenoura, rabanete e outros tipos de alimento de fácil cultivo. A maior parte desses alimentos deverá ser destinado para a merenda escolar das crianças.
"Decorre, daí, pois, a necessidade do Governo do Estado, por meio do Programa Social Aldeia Produtiva, realizar o fornecimento de sementes, materiais e ferramentas adequadas para implantação e implementação de uma horta comunitária na Aldeia Sucuri´y", defendeu Tetila da tribuna da Assembleia.
Foram enviados documentos para a prefeitura de Maracaju, para o Governo do Estado, Funai e Agraer.
Fonte: Site do deputado Tetila
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